Atenção aos “minutos mágicos” da carreira profissional
Comentário sobre “Os Babacas”
Lei da Responsabilidade Fiscal: Criada para quem não sabe o que é
Como diria se fosse nossa a linguagem popular, “falta de conselho não é”. Muitos são os ditames para se obter um país justo e igualitário. Mas além do que está explícito na lei constatamos diariamente através da mídia o mau uso dessa ferramenta. Mesmo diante de tantas condutas a LRF se torna burocrática e metódica.
Palavras e comportamentos dos candidatos
A responsabilidade de Inovar nas empresas
Inovação na empresa muita gente imagina que basta aplicar uma tática diferente mesmo que não tenha lógica. Para entender o que é a inovação vamos pelo princípio - que pode ter várias nomenclaturas: novidade, novos hábitos, invenções, idéias. Mas no mercado sabemos que nada se vai apenas do princípio.
É preciso alinhar tudo à estratégia, então, através da base origem, mas a versão mercadológica, diga-se que a inovação seja aplicabilidade de novos recursos para chegar a um resultado com objetivos bem definidos e que tragam um efeito. Pensamos no ditado popular no que diz, “toda ação tem uma reação”. Ou seja, a inovação tem conseqüências, e obvio, a intenção de qualquer administrador é que seja sempre positiva.
E não tem como elaborar um excelente plano empresarial e deixar no papel bonitinho fazendo de conta que ele existe. No momento de agir é que está o diferencial para saber se todos os acordos foram bem plantados.
Vale tanto para os profissionais quanto as empresas que atuam. Os projetos atuais que envolvem a globalização de idéias nos procedimentos estão cada vez mais discutidos. Sobre a tecnologia que antes era um tema em evidencia, hoje é uma complementar dos assuntos empresariais. Bem mais amplo que a tecnologia está à inovação. Alguns profissionais ainda confundem as duas vertentes. Mas a tecnologia é ferramenta a ser utilizada para inovar.
Cuidado ao aderir modernos métodos a fim de garantir (re) posicionamento, vendas, poder de barganha etc. E inventar um movimento acreditando que facilmente tudo vai mudar. Até mesmo por que nem sempre é interessante mudar tudo velozmente.
Bem. Ao concordar com artifícios inovadores vários erros podem ocorrer. O caminho certo pode não ser o especificado.
Antes de qualquer atitude tem que se fazer um levantamento das necessidades. Pois está exposto um passo importante para a empresa, não deve ser manifestado como se fosse uma idéia surreal.
Outra etapa cuidadosa é quando reflete se é o momento certo. Para isso existe o ato de estudar a capacidade organizacional, no âmbito financeiro e econômico, na produtividade, na posição ao mercado e todo o ambiente inserido, interno ou externo.
Não adianta implantar novos conceitos se sua firma não suporta porque a preocupação maior é depois, para manter e seguir uma linha de evolução.
Além de determinar a necessidade e a estrutura é adequado também reavaliar o quadro de funcionários para notar o possível acompanhamento às tendências e o desenvolvimento dos negócios. De modo que venha também investir na sua qualificação.
Neste sentido, inovar pode ser um risco. Mas como toda empresa vive de riscos vale sempre apena apostar em desafios, desde que sejam moderadamente implantados e seguindo um planejamento para não fracassar por excesso ou falta de ideologias.
Marketing político não é politicagem
Ampliação do conceito de marketing nas empresas é fator de crescimento em vendas
Muitos empresários se perguntam o que exatamente é o marketing. Mas para chegar a uma resposta concisa é um pouco difícil devido à expansão da área. É Bem mais do que fazer anúncios por aí, de qualquer forma e em qualquer lugar.
Mesmo os melhores gurus da Administração definem de forma diferente a disciplina: Uns dizem que é o conjunto de estratégias para direcionar o posicionamento de uma marca, produto ou serviço. Outros falam que é atender as necessidades. E segue uma relação de idéias para tentar expressar o significado. Todos estão certos, as respostas se complementam. Não tem uma descrição padrão.
O marketing é sim um conjunto de estratégias ou ferramentas que utilizamos para chegar a um objetivo. Mas são inúmeros esses instrumentos. E podem ser os mais desejáveis no mercado aos mais tímidos: promocional, marketing pessoal, de relacionamento, publicidade, político, marketing industrial, propaganda, marketing direto, eletrônico, dentre outros.
Os empresários, líderes, marqueteiros e sejam quais forem os profissionais do ramo, precisam desenhar a melhor adaptação para evitar erros que ocorrem diariamente - De associar apenas um atributo a empresa. De tentar simplificar a mercadologia e definir único caminho. Esquece que não tem uma fórmula, igual o cliente que não tem um comportamento-chave. Se o cliente muda constantemente, claro que as tendências também têm que variar.
Entre os citados existe o Promocional, chamado também Promoção de Vendas que atua no Brasil há muito tempo, recentemente conceituado pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional como a “atividade aplicada a produtos, serviços ou marcas, visando, por meio da interação junto ao seu público-alvo, alcançar as finalidades de construção de marca, vendas e fidelização”.
De linguagem mais prática, ações promocionais possibilitam contato olho-no-olho, teste-a-teste e cara-a-cara. Por isso se destacam a cada ano. E movem a economia no patamar muito satisfatório.
Para desenvolver Promoção de Vendas se faz uso de várias táticas, como a degustação de produtos, a panfletagem, feiras, lançamento de produtos, eventos, distribuição de brindes, blitz promocional, e muitos outros. E é necessário em cada ação, um planejamento de mapeamento de público e horários, qualificação e diferenciação do profissional promotor, a coordenação, em fim, completa análise mercadológica. Considera-se, no entanto, uma maneira de retorno mais rápido, porque não há intermediário nas transações e ações.
Meio ambiente: Uma estratégia de marketing ou preocupação das empresas?
Breve e intensa experiência no Rio de Janeiro
Um passeio apenas. É difícil decifrar nessa simplicidade quem tem a oportunidade de viajar para o Rio de Janeiro. Expressão que pode ser substituída por experiência de viver momentos grandiosos; apreciar e aprender sobre a beleza natural, combinada à incomparável estrutura arquitetônica urbana. Uma visão quase que inexplicável.
Sabe quando você chega num desconhecido e imediatamente alguém te recebe de braços abertos... E diz mesmo que não com palavras, mas através de um gesto inspirado numa ideologia religiosa: “Seja bem vindo e aproveite a Cidade Maravilhosa”. Começa assim a estadia na cidade do Rio.
Estamos falando de um dos mais conhecidos cartões postais do mundo, O Cristo Redentor: Situado no morro do Corcovado, zona Sul da cidade. Foi inaugurado em 1931, eleito no dia 7 de julho de 2007, em Lisboa, como uma das Sete Maravilhas do mundo moderno. Quase todo lugar na cidade se enxerga o monumento representativo cristão.
Claro, tanto reconhecimento sem menosprezar outras cidades como a nossa querida Salvador, que também tem suas riquezas históricas e modernas.
E ainda no mesmo percurso, mais encantamento. Tem a Floresta da Tijuca, considerada umas das maiores florestas urbanas delineadas pelo homem no mundo. Mas quem por lá passa, sente a leveza da brisa, o barulho sossegado de cachoeiras, o animo dos animais, o verde que tanto o planeta valoriza. A natureza em forma.
Passear entre a floresta é uma sensação de estar em outro ambiente. Mas, quando se atenta à realidade, nos posicionamos é no meio de tantos prédios, praias, carros e gente... Esse é o encanto. De estar em vários lugares agregados a um só. E é o segundo maior pólo econômico do Brasil, de acordo o IBGE. Que mistura.
O Pão-de-Açúcar, formado por morro da Urca e morro da Babilônia é outra parte dos desejos turísticos na capital fluminense. E juntos ao Cristo é que titulam os cartões postais mais famosos do Brasil. Também lá se vê uma mesclagem de povos: pobres, ricos, daqui ou de outras nações. É atração para todos. O bondinho do pão de açúcar é o teleférico responsável no transporte e possibilita a visão panorâmica das cidades Rio Niterói, inclusive a vista da Praia de Copacabana, Praia Vermelha e inúmeras alternativas.
Quem não viu o Rio de Janeiro mesmo em casa? Através de todo o sistema globalizado e tecnológico, a todo instante, estamos em sintonia com a cidade. Numa novela, filmes, telejornais... Sites de notícias, os maiores empresariais. É a concentração da maior parte artística do nosso país. Os melhores talentos da arte e cultura. E o maior centro de televisão. Um mundo de idéias, que vem de studios de produções diversas. A Globo, dentre outras redes. E empresas mais fluentes brasileiras, fortes também no mundo. Vale e Petrobrás, por exemplo... Fazem-se raízes que se espalham e originam outros órgãos até chegar por toda a parte do planeta.
Mas este texto é só um crédito. Quem escreveu teve uma breve e intensa experiência no Rio. Imagine quem vive, que cria e recria a sua história. Certamente tem muito mais pra contar e demonstrar orgulho.
Ela é "simplesinha", mas é maravilhosa.
Aposto na ousadia de Dunga
Antes do texto a reflexão. Porque falar desse assunto se não sou atleta nem entendo muito de futebol? Mas depois vem a resposta. - Porque o futebol é tipo o mercado - uma verdadeira escola de estratégia e posicionamento que se concentram em PROMOVER resultados. E disso a gente entende um pouco.
No momento questionamos sobre a decisão de Dunga em ousar a mudança para a Copa do Mundo 2010, na África do Sul. Ele, que desde quando jogador se destaca pela liderança e firmeza no campo. Capitão que ergueu a taça tetracampeã de 1994 em parceria com os passos de Romário. E administra a organização mais almejada do momento, a Seleção Brasileira.
Mas vamos direto ao contexto, e por tópicos:
Dunga aderiu ao novo. Ao desafio de ir contra os “princípios técnicos” e partiu pela convicção da sua consciência. Não usou estrela do esporte brasileiro da mesma forma que usaria os que o criticam. Grandes nomes do futebol ficaram de reserva. Pense, que impressionante. Poucos os líderes que atuam com tamanha coragem e confiança.
O time do Brasil hoje, pela lógica da natureza é um retrato diferente do antes, quando se tinha Pelé, Zico, o próprio Dunga, Bebeto, Romário e etc. E o que muda também nesses profissionais são a postura e definição de foco. No antes se falava de grandes ídolos. Nossa, cada jogo uma esperança e motivos de vibração universal. Cada passo certo dos jogadores, a honra do torcedor. Passo errado, o respeito, mas mantinha a admiração, permanecia também a fé, de na partida seguinte, a vitória.
Nada contra idéias atuais, e obvio a paixão ainda continua fervendo no peito dos brasileiros, que vibram e cobram raça verde e amarela.
Mas jogadores modernos estão vaidosos demais. Os sucessos os fazem transformar em simplesmente “estrelas” e “fenômenos”. O estilo tipo “está por cima”. A essência do que eles são exatamente vai se escondendo no mundo da fama. Não precisa ser psicólogos ou similares para entender que a mente do ser humano absorve o que ele deseja. Que o raciocínio também tem foco. Que se prioridade é tempos de estrelismo, fica em segundo plano a razão de ídolo futebolista, pra ser contado na geração próxima, igual às profecias de Pelé, por exemplo, ou mito, como diz o orientador brasileiro.
Dunga divide a responsabilidade. Imagine se o Brasil conquista a taça mundial este ano. Quem assina embaixo? Dunga e sua equipe. Mas ele também ostenta o papel caso venha a “derrota”, principalmente com a atitude de mesclar o time.
Seria bem mais prático o líder determinar que todos os esportistas famosos se empenhem e tragam o título à nação, e ele se isentaria desse movimento. Mas aí está uma liderança compartilhada, Dunga aposta em novos talentos. E se perder já sabe. Ele é o culpado.
Quem, numa empresa está preparado para assumir imensa culpabilidade? Existem poucos líderes que se erguem dessa maneira e se expõem como centro das atenções, e pensem numa pátria que ultrapassa 190 milhões de habitantes, segundo o IBGE, todos voltados a um artista do momento.
Pois é muito cômodo mais tarde diante da imprensa citar que os jogadores fenomenais deviam ter vencido.
Mas tudo isso para dizer que a ousadia faz parte do propósito. E que deve ser equilibrada, centrada numa ideologia coerente.
Era uma vez um sexo frágil
Mulheres, mulheres... Famosas pela “fragilidade”. Muitos homens nem pensam na sua evolução e se limitam em te entender. Aliás, mulher, você se entende?
Elas não têm padrão, são versáteis. Sempre encontram melhor jeito de resolver situações. Estilosas no falar, vestir e no andar. São de um mundo dinâmico que não cabe descrever mais adjetivos.
No entanto, torna-se impossível considerar frágil um ser gerador de filhos. Que sentem dores absurdas de cólicas sem reclamar. Sofre de TPM. Nossa! Fica irritada sendo mal compreendida. Que cuida do parceiro, filhos e de si com o compromisso de edificar uma casa. Educa e estrutura o seu ambiente.
Não pode ser frágil quem é mãe, mulher, estudante e profissional, às vezes ao mesmo tempo. E o mercado está florido Delas, super-guerreiras. Buscam um espaço antes aparentemente dos homens. Hoje não há distinção na profissão. Atuam como os pedreiros, engenheiros, soldadores, policiais, juízes de futebol e invadem as passarelas com o charme que detém.
Por possuir, as mulheres não buscam espaço. Mas, há homens que temem em perder. Não precisa disputa, basta a valorização e respeito mútuo para o entendimento que as conquistas são de todos.
Acabou a Era do Conhecimento
Marketing é oportunidade
Tendo em vista um mercado competitivo e altamente diversificado com a era da globalização, os profissionais precisam se capacitar em determinada área e buscar novos objetivos. Nessa linha de raciocínio talvez não seja tão fácil inclusão no mercado sem a experiência do ramo de atuação. Portanto, é imprescindível investir em formação profissional seguindo um foco. E seguir as tendências do marketing atualmente é bastante promissor diante de mudanças no comportamento de consumidores e empreendedores, além dos fatores externos que envolvem economia, ambiente e sociedade. Tem que entender, o planejamento estratégico facilita o desenvolvimento de projetos viáveis à realidade de organizações, de qualquer porte e seguimento.
Todos os segmentos de marketing vêm seguindo uma estabilidade cada vez mais avançada fortalecendo as tecnologias numa estrutura intelectual. Os profissionais que atuam nessa área precisam atentar às variantes mercadológicas e dispor de inúmeros conceitos sobre a modernidade nas transações comerciais.
O marketing, portanto, deixou de ser vaidade e se tornou numa necessidade das organizações, de qualquer porte. Segundo pesquisa da FGV, setembro de 2009, o marketing é responsável em colocar o curso de Administração em segundo lugar em oportunidade de mercado e rentabilidade financeira, perdendo o primeiro para Medicina. Os empresários valorizam porque descobriram, sem esta ferramenta os negócios simplesmente não funcionam.
O desafio é justamente expor aos empresários o significado real. Não basta elaborar projetos desenhados com a tecnologia se perder a essência do que realmente ele é. Um ciclo constante de envolvimento afetivo e verdadeiro que traduz em marketing de relacionamento.
Bons negócios focam clientes e concorrentes
Então para saber qual a maneira de agradar os clientes não é apenas disponibilizar uma farta quantidade de produtos e serviços achando que são insubstituíveis.
A evolução da Qualidade Total
Muitas vezes os produtos eram lançados no mercado com kit manutenção quando surgiam as primeiras exigências dos consumidores, onde o próprio cliente consertava qualquer defeito, mesmo que fosse da fábrica. Além disso, havia a opção de ajuda em empresas técnicas, pois nem garantia as indústrias se preocupavam em oferecer aos clientes. O comércio se mantinha por causa do comodismo dos consumidores em inibir reivindicações. A cultura não permitia ainda requisitar melhorias no atendimento e na produção a ponto de tornar-se importante nos processos mercantis. Os inspetores, técnicos na área de qualidade não se concentravam em um departamento específico, isso mostra a importância mínima que a maioria das indústrias dava à qualidade total.
Devido conseqüências de perdas na guerra de 1941 o Japão se atentou a um problema: Focar qualidade total nos serviços e produtos. No entanto, eles foram os primeiros a implantar esse sistema com a coletividade de gerentes japoneses. As mudanças tiraram o Japão de um conceito negativo à sociedade. Além do fracasso durante a guerra os produtos japoneses eram assistidos como de baixa categoria. Inspirando então com esse fato negativo a aprofundarem no tema, gestão da qualidade total surgiu naquele país com um propósito. Tornar para a sociedade uma nova era – a era da "perfeição" e adotaram um dizer: deve-se fazer qualquer atividade de maneira certa na primeira vez, para que não haja uma segunda numa exigência maior e do mercado. E assim a evolução da gestão da qualidade total começou a se expandir. Percebe-se então que precisou um desequilíbrio no país para o Japão adotar novos projetos.
Mas como toda ação tem uma reação, EUA, fortemente em economia se incomodou com o inicio das idéias japonesas, perdendo consumidores e mercados, interferindo na balança comercial, importações e exportações, começaram a desenvolver novas estratégias. Além de seguir as trilhas japonesas enfatizaram o tema. Novas atitudes como implantação de um sistema mais rigoroso na qualidade dos produtos, capacitação dos profissionais, alteração no fluxo econômico mundial. Boas idéias e inovadoras, mas as medidas não acompanharam o desenvolvimento das pessoas e o objetivo dos EUA era atingir e provocar o Japão. Algumas empresas funcionaram bem, outras decepcionantes.
Hoje tanto EUA como Japão, apesar do momento tenso na economia, já se encontram em posição confortável no globo mercantil e concentra grande número de gurus da administração geral. Superpotências devem a gestão da qualidade total. Mas que um método, uma necessidade nas organizações. Os projetos são analisados com mais vigor, e as empresas não se contentam em fazer o básico e necessário, tem o papel de surpreender sua clientela em qualquer que seja o processo.
Na visão sistêmica os processos de qualidade total são englobados necessidades de todos os evolvidos a exemplo de funcionários, clientes fornecedores e sociedade.
Marketing Promocional para domar a concorrência
No Brasil o Marketing Promocional representa mais de 20 bilhões de reais, ou seja, mais de 50% do total dos investimentos em comunicação e marketing, conforme levantamentos realizados pela AMPRO (Associação de Marketing Promocional).
Ainda de acordo a AMPRO os serviços de publicidade configuram-se como um dos segmentos mais importantes entre os serviços técnico-profissionais prestados às empresas, pelo dinamismo, criatividade e uso de mão-de-obra qualificada.
As ferramentas da criatividade e flexibilidade são cruciais para desenvolver os serviços de ações promocionais onde será possível análise detalhada sobre o comportamento e traçar de forma lógica o perfil dos clientes e suas necessidades. Para realizar atividades em ponto de venda (PDV) ou locais estrategicamente definidos com o cliente utilizando ações como blitz, degustação de produtos, endomarketing e lançamento de produtos, é imprescindível implantar a cultura de coletividade entre todos influenciadores ou influenciados pelas ações das organizações, os stakeholders. Em ações promocionais cada empresa deverá ser avaliada individualmente ponderando a estrutura e tipo de empreendimento e levar ao público potencial um brinde ou informação que simbolize a imagem da empresa como um todo que deve ser representativo a qualidade e custo/beneficio.
De tão visível até os leigos percebem a exclusão social mundial
Há muito tempo que ocorrem esses fatos, mas se aceleram seguidamente com a idéia de globalizar os comércios. Idéia inventada por grandes mercados que buscam maiores resultados na balança comercial e imagem aflorada no mundo.
Incertezas na administração pública e privada em tempos de crise
Sobre a crise mundial se julga várias situações referentes à movimentação anormal do sistema financeiro das nações mais fluentes à economia dos Estados Unidos. Acontecimentos inesperados vêm despertando preocupações constantes com economistas, engenheiros de produção e marketeiros.
As previsões de empresas pequenas médias e principalmente as grandes e multi tem desafiado o mercado. Em tempo de crise, vários planos tiveram ou terão que ser redefinidos. E não falamos apenas de organizações privadas, também de organismos públicos.
No Brasil por mais que estejam otimistas alguns consultores, a realidade aflora que a crise está surtindo efeito. Um quadro significativo de demissões nas empresas privadas e números expressivos de perdas nas bolsas de valores são questões dentre as mais abordadas pela imprensa constantemente.
A influência do problema nos EUA é clara. Mas tem que se entender, que demissões foram um pouco precipitadas por aqui.
No mercado a tensão e a incerteza fizeram com que o empresário demitisse seu quadro funcional, mas, terão possivelmente que readmitir o que pode causar maiores transtornos para empregados que correrá risco de serem substituídos ou empregadores que redesenharão seu quadro baseado em novos profissionais.
Nas diretrizes políticas, o governo brasileiro vem adotando algumas medidas de incentivo ao consumo. Objetivo de (re) estimular o hábito de compra para manter um Brasil um país razoavelmente sem risco.
Se por um lado o governo está aparentemente tranqüilo, o mercado está agitado. E como pensar numa solução de determinado problema em meio de turbulências? Os administradores precisam trabalhar mais do que nunca as competências pessoais.
A crise do café e a crise globalizada
Uma entrevista. Bastou isso para entender as oscilações da crise de 29 quando a economia dos Estados Unidos entrou em recessão, e naquela época nomeada como o pior momento do mercado internacional. A fonte vem de José Mindlim, jovem jornalista daquele tempo que registrou a problemática na bolsa de valores da superpotência mundial direto do estado de São Paulo. Tensões e repressões que modificaram os planos dos executivos governamentais e empresariais. Sem duvida, um colapso, uma ameaça ao capitalismo. Mindlim com 94 anos atualmente tem disponibilizado uma relíquia sobre a crise em período de café e compara as dificuldades do governo e empreendedores hoje no mercado da globalização. Mas onde está a diferença em relação à crise atual? Na percepção de jornalistas na era da primeira crise americana, está no próprio sistema financeiro que foi reestruturado pelos processos globais. Na década de 20 ou
Hoje os mercados se expandiram. A globalização de produtos e serviços é uma realidade que liga nações tornando umas dependentes das outras. As transações dos EUA estão conectadas no mundo e o que ocorre por lá afeta diretamente no outro lado do planeta. Em questão de segundos. Basta mudar um número na bolsa americana que muda a economia restante. Ainda tem as expectativas do cliente que difere as duas crises. Ninguém imaginaria essa tal expectativa como seria importante para o futuro financeiro de um país, que através dela da para mensurar o futuro financeiro.
Então já se trata de nação entre nação. O comércio está cada vez mais vinculado. E os blocos são representativos para este desenvolvimento. Pois é. Impossível falar sobre crise e não mencionar Brasil, Japão, China, Índia, e países não desenvolvidos. O Brasil hoje, se tivesse a mesma estrutura da década 20 ou 30 não conseguiria talvez respirar diante do problema. Com atuação forte nos grupos emergentes, nosso país está firme, quase firme. Supõe que têm sabido enfrentar as dificuldades capitalistas. Por outro lado, apesar de os países absorverem os problemas de outros, eles também tem mais força. Estão mais unidos para levantar estratégias preventivas e corretivas. Agora não é possível ver um país isolado. As atividades, todas, que são de um ao mesmo tempo fazem parte de outro. E na linha de parceria há sustentabilidade coletiva em importações e exportações de produtos e serviços.
A crise não é mais dos EUA, é mundial. Porque a sua moeda faz diferença e é atuante em qualquer lugar do mundo.
O destino não se sabe. Sabe-se que devido esse globo comercial, as misturas de economias e capitais, os economistas estão perdidos, suas visões são imprevisíveis. Sem definições e uma idéia acertada, tornando talvez, mas difícil qualquer palpite do que a crise do café, na época
Para sugestão de leitura aprofundada sobre a entrevista completa de José Mindlim, o site http://www.estadao.com.br/especiais/licoes-de-29,34654.htm, com vídeos e material em PDF.
Aprendizagem organizacional sob a lógica das cinco disciplinas de Peter Senge
Otimismo de consultores sobre o Brasil na crise atual
Relatos de declínio na BOVESPA, precauções em investimentos, índices crescentes de demissões no comercio/indústrias e inconsistência das exportações são alguns destaques na mídia nacional desde setembro de 2008. Uma conseqüência de fatos que confirmam as manchetes que colocaram o país sob avaliação constante de economistas e banqueiros afetando as idéias de gerentes de produtos e de marketing. Segundo alguns especialistas da área e dados estatísticos da FGV e IBGE em alguns setores estes profissionais já respiram melhor.
No ponto de vista otimista o Brasil vem despertando sinal de confiança desde o início do ano. O ambiente de mercado está menos tenso em alguns setores que por lógica deverá se espalhar aos demais. Lentamente percebe-se uma recuperação diante da crise impregnada pelo maior centro econômico mundial. Mas a mídia não aborda tais fatos com ênfase. Não destaca o efeito das medidas que o governo tem tomado para impedir ou minimizar a crise, o aumento expressivo do setor automobilístico em janeiro com 92% nas vendas e continua em fevereiro de acordo a jornalista Flávia Oliveira, do Globo. O começo do alívio de uma febre com a bolsa de valores.
Assim como o pensamento de Lula, Stephen Kanitz com seu currículo avaliado no Brasil e no mundo, mestre de Harvard, consultor de empresas, tem apresentado uma conduta diferenciada referente à crise atual. Acreditando que o país não está passando por situação tão grave quanto se pronuncia frequentemente entre os meios de comunicação social. Que não estamos em crise, chega a afirmar Kanitz – e ainda define crise como momento em que não se sabe como resolver determinada situação e garante que o governo brasileiro está com o controle das coisas, mas expondo as idéias em tempos, formas e movimentos determinados. O medicamento deve ser aos poucos e a cura não é de uma hora pra outra, como fala Lula.
O jeito aparentemente simples e tranqüilo de o governo analisar o problema gera polêmica. Mas é dessa maneira que o Brasil está se saindo de um caminho que pareceu por um período bem mais espinhoso. Com técnicas adotadas pela gestão governamental na previdência, no sistema nacional de empregos, sistema de créditos, com bancos e investidores etc. Avalia-se o consumidor como principal em restabelecer a economia brasileira. O consumo está mais fluente, as pessoas mais confiantes, o que garante um futuro mais propício no mercado interno e externo.
Além de escrever livros sobre o assunto Kanitz dispõe de uma página na internet para o acompanhamento do avanço da relação demanda e oferta nacional. E justamente para apresentar esta página, http://brasil.melhores.com.br/, que as palavras acima foram expostas, seguindo a concepção de “O Brasil que dá certo” – opção de leitura diária.
Cada um interpreta seu Deus
O que você faria com o mundo em suas mãos?
E quando o cliente NÃO tem razão?
Essa afirmação é uma lenda, um anúncio distribuído por marketeiros estruturada numa verdade que se torna indiscutível. Os projetos voltados à economia global devem considerar esses fundamentos, mas se afirmamos que o cliente tem razão sempre, é porque não consideramos suas particularidades.
No mercado onde o cenário muda constantemente e numa velocidade incrível, as técnicas adotadas pelas empresas estão com foco no cliente – ele é o objeto do negócio. E com aumento da concorrência em todos os âmbitos está difícil conseguir fidelizá-lo - ponto chave para quem deseja manter a rede responsável em gerar lucros.
Pense o representante comercial, seja qual for sua espécie é "obrigado" a aceitar determinações não condizentes com a realidade, as cobranças vindas do empregador e pressões do consumidor. Mesmo no sufoco, no intuito de dramatizar os risos são exigidos continuamente à estabilidade emocional, mas não há ser humano que por algum momento não torna instáveis suas emoções, principalmente nos processos de mudanças.
A motivação do profissional não depende apenas do envolvimento com a organização, de cursos e treinamentos, capacitação. Depende também do seu publico de consumo, essa questão é esquecida nos fóruns discursivos da administração. Está cada vez mais difícil mudar o cenário, porque a bola da vez realmente é do cliente, e se não compram aqui, encontram lojas similares ali.
O administrador precisa se enquadrar e saber administrar sua carteira de cliente, acompanhar o desenvolvimento e o comportamento, se é rentável. E se não for viável é necessário segura-lo. Pois é. Que não seja agora, poderá ser no futuro o melhor investimento para a empresa. A preocupação com a imagem do negócio tem um peso enorme nesse sentido e ainda tem o marketing boca a boca, considerado por alguns especialistas como o melhor e mais fiel, porque é real e espontâneo.
Cada cliente hoje no mercado merece ser tratado como único, mas o colaborador também é único e não tem a obrigação de sobrecarregar suas emoções para passar a imagem de super-herói, por muito querer, jamais será um super-herói.
Lula analfabeto dos intelectuais
Podia ser apenas uma criança aparentemente de destino sombrio e vida pacata no interior de Pernambuco, desfrutando das brincadeiras de ruas, subindo e descendo os corredores em busca de melhoria na qualidade de vida. Era sim uma criança singela, um fruto diferente de Garanhuns, distrito de Caetés. Origem pueril, que sofreu com a atitude drástica do pai em trocar a mãe por uma prima. Após 2 anos Dr. Eurídice e os filhos viajaram durante 13 dias no pau-de-arara para Vicente de Carvalho (SP). Visando novas perspectivas, revigorando a migração para a dinâmica cidade paulista. Essa heroína, como pronuncia Lula conseguiu alicerçar a família tornando-os capazes de vencer obstáculos contínuos.
O garoto intitulado como Luiz Inácio Lula da Silva aos 15 anos conseguiu o primeiro emprego de carteira assinada numa metalúrgica. Jovem, mas feroz, o menino carregada um instinto vencedor e batalhador, uma alma humilde e um pensamento fixo em mudança no sistema trabalhista. Ele tinha posição de líder, mas era por essência oposição e mergulhou no sindicalismo. Conseguiu ser presidente dos sindicatos e agiu com greves, manifestações e protestos contra aqueles que detinham o poder de desonrar os trabalhadores brasileiros. Com a ditadura foi preso por movimentos contraditórios ao poderio da época. Na prisão recebeu a pior noticia da vida - morte de sua mãe. O choque de perder a proteção maternal na cadeia foi imenso, capaz de arraigar ainda mais o desejo de igualdade. Apenas duas vezes tirou os pés do cárcere, uma para visitar a mãe enquanto doente, outra para seu velório. A esposa também morreu com um filho no ventre. Mas o garoto diferente não se entristeceu a ponto de entregar os pontos. Ultrapassou uma terrível depressão e conseguiu no sindicalismo força para superar o momento mais temível de sua trajetória. Foi lá, lutando com os pobres que Lula descobriu a força e determinou novos objetivos. Que não por ele, mas pela nação, a política teria que ser redefinida urgentemente. Candidatou-se a presidência da republica, foi derrotado por Fernado Collor, tentou e por duas vezes vencido por Fernando Henrique Cardoso.Depois de quatro tentativas Lula chegou à presidência numa vitória esmagadora sobre José Serra. Em 2002 o Brasil estava em situação crítica aos olhos do mundo afora, com dívidas altas do FMI, inflação elevada, uma série de medidas adotadas por governos anteriores que tornava o país um risco em investimentos. Apesar de o plano real ter estabilizado um pouco a economia social, o momento era tenso na economia brasileira. O mundo se voltou ao torneiro mecânico. Surgiram as criticas por parte dos diplomatas e da elite. Falta de diploma incomoda grande parte da sociedade de todas as classes. Criticado e comparado com Fidel Castro quão socialista podia ser, o Brasil na expectativa do operário, um sindicalista, inimigo da burguesia e questionavam constantemente qual o papel de um sindicalista como presidente. A resposta não demorou muito a aparecer. Parcerias estratégicas internacionais e nacionais, ênfase nos projetos sociais, estabilidade econômica, redução de desemprego, aumento do PIB, inclusão de crianças jovens e adultos em escolas e universidades publicas e particulares, bolsas estudantis para população carente.
De lá pra cá sem duvida é o governo de transformações que se tornaram ações restruturantes capaz de fortalecer o nosso país com vantajosas reservas financeiras e naturais, potente para superar ou minimizar a crise mundial. Em entrevista o presidente destacou que o país foi governado por muita gente letrada. Que é o primeiro que não tem diploma universitário. Todos foram doutores que governaram esse país e como ele se pronunciava a diferença está na maneira de como se vê o Brasil.
Se o poder fosse auto-suficiente não dependia de nós subordinados para aprovar suas ilimitações
Para entender o panorama da dominação buscamos estudos científicos baseados, por exemplo, na bibliografia de Pierre Bourdieu - Sociólogo e Educador, um homem culto e sóbrio que intenciona unificar a humanidade a fim de abolir qualquer tipo de censura e desigualdade. O fundamento oculto da superioridade traz uma reflexão de que somos o tempo todo controlados pelo poder em massa, pela mídia, religião, políticos, doutores da ciência... O mercado que dita regras nos tira o brilho se não incluir-mos na moda. E nos faz achar que tudo é normal e o mundo capitalista simplesmente é uma necessidade básica humana. Para compreender esses fundamentos ocultos é preciso observar e estudar de maneira ampla todos os campos da sociedade. E não basta ser apenas sociólogo, economista, educador sei lá. Tem que entender de gente, de vida, mas tem também que sentir e atuar com mudanças de comportamento e ser um eterno crítico de “todas’ as coisas”.
É aceitável que o poder esteja nas mãos de quem tem conhecimento, por isso que brasileiro pouco pode opinar - nosso sistema educacional é tão falho quanto nosso interesse em mudá-lo, portanto, não vale culpar apenas o governo, a elite e os movimentos aparentemente favoráveis. É preciso despertar senso crítico e interrogar sobre qualquer aplicação que nos venha aparecer. A última palavra nem sempre carece ser de médicos, advogados, professores. Às vezes a certeza está no suposto submisso, mas este se esconde daquele, cria uma barreira que lhe faz inferior.Padres, psicólogos, pastores, em fim... Mundo cheio de profetas que usam ferramentas materiais e/ou espirituais para continuar o show de ilusão de ótica.
Diante de tantas inconvenientes atitudes analisamos se existe democracia no nosso país. Dramatizam alguns especialistas que sim, que a democracia está presente no sistema. Mas um mundo em que homens ganham e podem mais que mulheres, que sociedade é dividida em classes, e a X fala e a Y cala, uma (des)governança total dos nossos recursos financeiros por parte do governo e mal podemos limitar os parlamentares aprovarem leis que só os favorecem. Criam projetos aparentemente para benefício da nação, mas muitas das vezes não passa de uma tática para camuflar a crueldade. A democracia é uma farsa, uma invenção para compor a moda do procedimento. E aprovamos ao invés de projetos, condições precárias para a população. Não pensamos em nós nem nos outros e ajoelhamos ainda para agradecer ou pedir perdão em casos e mais casos. Nossa!!! Seria uma vida descrever o quanto nos calamos enquanto devíamos falar. Percebemos só o que está em nossa direção, aquilo que já é projetado, nem Matrix conseguiu ser tão formulado como nossas mentes. É bom agir. É bom buscar a veracidade em todos os atos impostos - essa é a filosofia que devia ser seguida e vivida. Do mesmo modo que não somos poderosos a ponto de tudo saber os infiltrados não são auto-suficientes porque eles dependem de nos subordinar para aprovar suas “ilimitações”. E o mais ridículo nesse contexto é que a dominação se disfarça com o heroísmo, carisma, a liderança, a fé... Mas Jesus foi o tempo todo questionado por alguns e avaliado por outros. Até hoje Jesus faz parte de nossa reflexão e definimos vários conceitos sobre sua trajetória. Por aqui, quem for melhor do que ele que atire a primeira pedra.