Há muito tempo que ocorrem esses fatos, mas se aceleram seguidamente com a idéia de globalizar os comércios. Idéia inventada por grandes mercados que buscam maiores resultados na balança comercial e imagem aflorada no mundo.
De tão visível até os leigos percebem a exclusão social mundial
Há muito tempo que ocorrem esses fatos, mas se aceleram seguidamente com a idéia de globalizar os comércios. Idéia inventada por grandes mercados que buscam maiores resultados na balança comercial e imagem aflorada no mundo.
Incertezas na administração pública e privada em tempos de crise
Sobre a crise mundial se julga várias situações referentes à movimentação anormal do sistema financeiro das nações mais fluentes à economia dos Estados Unidos. Acontecimentos inesperados vêm despertando preocupações constantes com economistas, engenheiros de produção e marketeiros.
As previsões de empresas pequenas médias e principalmente as grandes e multi tem desafiado o mercado. Em tempo de crise, vários planos tiveram ou terão que ser redefinidos. E não falamos apenas de organizações privadas, também de organismos públicos.
No Brasil por mais que estejam otimistas alguns consultores, a realidade aflora que a crise está surtindo efeito. Um quadro significativo de demissões nas empresas privadas e números expressivos de perdas nas bolsas de valores são questões dentre as mais abordadas pela imprensa constantemente.
A influência do problema nos EUA é clara. Mas tem que se entender, que demissões foram um pouco precipitadas por aqui.
No mercado a tensão e a incerteza fizeram com que o empresário demitisse seu quadro funcional, mas, terão possivelmente que readmitir o que pode causar maiores transtornos para empregados que correrá risco de serem substituídos ou empregadores que redesenharão seu quadro baseado em novos profissionais.
Nas diretrizes políticas, o governo brasileiro vem adotando algumas medidas de incentivo ao consumo. Objetivo de (re) estimular o hábito de compra para manter um Brasil um país razoavelmente sem risco.
Se por um lado o governo está aparentemente tranqüilo, o mercado está agitado. E como pensar numa solução de determinado problema em meio de turbulências? Os administradores precisam trabalhar mais do que nunca as competências pessoais.
A crise do café e a crise globalizada
Uma entrevista. Bastou isso para entender as oscilações da crise de 29 quando a economia dos Estados Unidos entrou em recessão, e naquela época nomeada como o pior momento do mercado internacional. A fonte vem de José Mindlim, jovem jornalista daquele tempo que registrou a problemática na bolsa de valores da superpotência mundial direto do estado de São Paulo. Tensões e repressões que modificaram os planos dos executivos governamentais e empresariais. Sem duvida, um colapso, uma ameaça ao capitalismo. Mindlim com 94 anos atualmente tem disponibilizado uma relíquia sobre a crise em período de café e compara as dificuldades do governo e empreendedores hoje no mercado da globalização. Mas onde está a diferença em relação à crise atual? Na percepção de jornalistas na era da primeira crise americana, está no próprio sistema financeiro que foi reestruturado pelos processos globais. Na década de 20 ou
Hoje os mercados se expandiram. A globalização de produtos e serviços é uma realidade que liga nações tornando umas dependentes das outras. As transações dos EUA estão conectadas no mundo e o que ocorre por lá afeta diretamente no outro lado do planeta. Em questão de segundos. Basta mudar um número na bolsa americana que muda a economia restante. Ainda tem as expectativas do cliente que difere as duas crises. Ninguém imaginaria essa tal expectativa como seria importante para o futuro financeiro de um país, que através dela da para mensurar o futuro financeiro.
Então já se trata de nação entre nação. O comércio está cada vez mais vinculado. E os blocos são representativos para este desenvolvimento. Pois é. Impossível falar sobre crise e não mencionar Brasil, Japão, China, Índia, e países não desenvolvidos. O Brasil hoje, se tivesse a mesma estrutura da década 20 ou 30 não conseguiria talvez respirar diante do problema. Com atuação forte nos grupos emergentes, nosso país está firme, quase firme. Supõe que têm sabido enfrentar as dificuldades capitalistas. Por outro lado, apesar de os países absorverem os problemas de outros, eles também tem mais força. Estão mais unidos para levantar estratégias preventivas e corretivas. Agora não é possível ver um país isolado. As atividades, todas, que são de um ao mesmo tempo fazem parte de outro. E na linha de parceria há sustentabilidade coletiva em importações e exportações de produtos e serviços.
A crise não é mais dos EUA, é mundial. Porque a sua moeda faz diferença e é atuante em qualquer lugar do mundo.
O destino não se sabe. Sabe-se que devido esse globo comercial, as misturas de economias e capitais, os economistas estão perdidos, suas visões são imprevisíveis. Sem definições e uma idéia acertada, tornando talvez, mas difícil qualquer palpite do que a crise do café, na época
Para sugestão de leitura aprofundada sobre a entrevista completa de José Mindlim, o site http://www.estadao.com.br/especiais/licoes-de-29,34654.htm, com vídeos e material em PDF.
Aprendizagem organizacional sob a lógica das cinco disciplinas de Peter Senge
Otimismo de consultores sobre o Brasil na crise atual
Relatos de declínio na BOVESPA, precauções em investimentos, índices crescentes de demissões no comercio/indústrias e inconsistência das exportações são alguns destaques na mídia nacional desde setembro de 2008. Uma conseqüência de fatos que confirmam as manchetes que colocaram o país sob avaliação constante de economistas e banqueiros afetando as idéias de gerentes de produtos e de marketing. Segundo alguns especialistas da área e dados estatísticos da FGV e IBGE em alguns setores estes profissionais já respiram melhor.
No ponto de vista otimista o Brasil vem despertando sinal de confiança desde o início do ano. O ambiente de mercado está menos tenso em alguns setores que por lógica deverá se espalhar aos demais. Lentamente percebe-se uma recuperação diante da crise impregnada pelo maior centro econômico mundial. Mas a mídia não aborda tais fatos com ênfase. Não destaca o efeito das medidas que o governo tem tomado para impedir ou minimizar a crise, o aumento expressivo do setor automobilístico em janeiro com 92% nas vendas e continua em fevereiro de acordo a jornalista Flávia Oliveira, do Globo. O começo do alívio de uma febre com a bolsa de valores.
Assim como o pensamento de Lula, Stephen Kanitz com seu currículo avaliado no Brasil e no mundo, mestre de Harvard, consultor de empresas, tem apresentado uma conduta diferenciada referente à crise atual. Acreditando que o país não está passando por situação tão grave quanto se pronuncia frequentemente entre os meios de comunicação social. Que não estamos em crise, chega a afirmar Kanitz – e ainda define crise como momento em que não se sabe como resolver determinada situação e garante que o governo brasileiro está com o controle das coisas, mas expondo as idéias em tempos, formas e movimentos determinados. O medicamento deve ser aos poucos e a cura não é de uma hora pra outra, como fala Lula.
O jeito aparentemente simples e tranqüilo de o governo analisar o problema gera polêmica. Mas é dessa maneira que o Brasil está se saindo de um caminho que pareceu por um período bem mais espinhoso. Com técnicas adotadas pela gestão governamental na previdência, no sistema nacional de empregos, sistema de créditos, com bancos e investidores etc. Avalia-se o consumidor como principal em restabelecer a economia brasileira. O consumo está mais fluente, as pessoas mais confiantes, o que garante um futuro mais propício no mercado interno e externo.
Além de escrever livros sobre o assunto Kanitz dispõe de uma página na internet para o acompanhamento do avanço da relação demanda e oferta nacional. E justamente para apresentar esta página, http://brasil.melhores.com.br/, que as palavras acima foram expostas, seguindo a concepção de “O Brasil que dá certo” – opção de leitura diária.
Cada um interpreta seu Deus
O que você faria com o mundo em suas mãos?
E quando o cliente NÃO tem razão?
Essa afirmação é uma lenda, um anúncio distribuído por marketeiros estruturada numa verdade que se torna indiscutível. Os projetos voltados à economia global devem considerar esses fundamentos, mas se afirmamos que o cliente tem razão sempre, é porque não consideramos suas particularidades.
No mercado onde o cenário muda constantemente e numa velocidade incrível, as técnicas adotadas pelas empresas estão com foco no cliente – ele é o objeto do negócio. E com aumento da concorrência em todos os âmbitos está difícil conseguir fidelizá-lo - ponto chave para quem deseja manter a rede responsável em gerar lucros.
Pense o representante comercial, seja qual for sua espécie é "obrigado" a aceitar determinações não condizentes com a realidade, as cobranças vindas do empregador e pressões do consumidor. Mesmo no sufoco, no intuito de dramatizar os risos são exigidos continuamente à estabilidade emocional, mas não há ser humano que por algum momento não torna instáveis suas emoções, principalmente nos processos de mudanças.
A motivação do profissional não depende apenas do envolvimento com a organização, de cursos e treinamentos, capacitação. Depende também do seu publico de consumo, essa questão é esquecida nos fóruns discursivos da administração. Está cada vez mais difícil mudar o cenário, porque a bola da vez realmente é do cliente, e se não compram aqui, encontram lojas similares ali.
O administrador precisa se enquadrar e saber administrar sua carteira de cliente, acompanhar o desenvolvimento e o comportamento, se é rentável. E se não for viável é necessário segura-lo. Pois é. Que não seja agora, poderá ser no futuro o melhor investimento para a empresa. A preocupação com a imagem do negócio tem um peso enorme nesse sentido e ainda tem o marketing boca a boca, considerado por alguns especialistas como o melhor e mais fiel, porque é real e espontâneo.
Cada cliente hoje no mercado merece ser tratado como único, mas o colaborador também é único e não tem a obrigação de sobrecarregar suas emoções para passar a imagem de super-herói, por muito querer, jamais será um super-herói.
Lula analfabeto dos intelectuais
Podia ser apenas uma criança aparentemente de destino sombrio e vida pacata no interior de Pernambuco, desfrutando das brincadeiras de ruas, subindo e descendo os corredores em busca de melhoria na qualidade de vida. Era sim uma criança singela, um fruto diferente de Garanhuns, distrito de Caetés. Origem pueril, que sofreu com a atitude drástica do pai em trocar a mãe por uma prima. Após 2 anos Dr. Eurídice e os filhos viajaram durante 13 dias no pau-de-arara para Vicente de Carvalho (SP). Visando novas perspectivas, revigorando a migração para a dinâmica cidade paulista. Essa heroína, como pronuncia Lula conseguiu alicerçar a família tornando-os capazes de vencer obstáculos contínuos.
O garoto intitulado como Luiz Inácio Lula da Silva aos 15 anos conseguiu o primeiro emprego de carteira assinada numa metalúrgica. Jovem, mas feroz, o menino carregada um instinto vencedor e batalhador, uma alma humilde e um pensamento fixo em mudança no sistema trabalhista. Ele tinha posição de líder, mas era por essência oposição e mergulhou no sindicalismo. Conseguiu ser presidente dos sindicatos e agiu com greves, manifestações e protestos contra aqueles que detinham o poder de desonrar os trabalhadores brasileiros. Com a ditadura foi preso por movimentos contraditórios ao poderio da época. Na prisão recebeu a pior noticia da vida - morte de sua mãe. O choque de perder a proteção maternal na cadeia foi imenso, capaz de arraigar ainda mais o desejo de igualdade. Apenas duas vezes tirou os pés do cárcere, uma para visitar a mãe enquanto doente, outra para seu velório. A esposa também morreu com um filho no ventre. Mas o garoto diferente não se entristeceu a ponto de entregar os pontos. Ultrapassou uma terrível depressão e conseguiu no sindicalismo força para superar o momento mais temível de sua trajetória. Foi lá, lutando com os pobres que Lula descobriu a força e determinou novos objetivos. Que não por ele, mas pela nação, a política teria que ser redefinida urgentemente. Candidatou-se a presidência da republica, foi derrotado por Fernado Collor, tentou e por duas vezes vencido por Fernando Henrique Cardoso.Depois de quatro tentativas Lula chegou à presidência numa vitória esmagadora sobre José Serra. Em 2002 o Brasil estava em situação crítica aos olhos do mundo afora, com dívidas altas do FMI, inflação elevada, uma série de medidas adotadas por governos anteriores que tornava o país um risco em investimentos. Apesar de o plano real ter estabilizado um pouco a economia social, o momento era tenso na economia brasileira. O mundo se voltou ao torneiro mecânico. Surgiram as criticas por parte dos diplomatas e da elite. Falta de diploma incomoda grande parte da sociedade de todas as classes. Criticado e comparado com Fidel Castro quão socialista podia ser, o Brasil na expectativa do operário, um sindicalista, inimigo da burguesia e questionavam constantemente qual o papel de um sindicalista como presidente. A resposta não demorou muito a aparecer. Parcerias estratégicas internacionais e nacionais, ênfase nos projetos sociais, estabilidade econômica, redução de desemprego, aumento do PIB, inclusão de crianças jovens e adultos em escolas e universidades publicas e particulares, bolsas estudantis para população carente.
De lá pra cá sem duvida é o governo de transformações que se tornaram ações restruturantes capaz de fortalecer o nosso país com vantajosas reservas financeiras e naturais, potente para superar ou minimizar a crise mundial. Em entrevista o presidente destacou que o país foi governado por muita gente letrada. Que é o primeiro que não tem diploma universitário. Todos foram doutores que governaram esse país e como ele se pronunciava a diferença está na maneira de como se vê o Brasil.
Se o poder fosse auto-suficiente não dependia de nós subordinados para aprovar suas ilimitações
Para entender o panorama da dominação buscamos estudos científicos baseados, por exemplo, na bibliografia de Pierre Bourdieu - Sociólogo e Educador, um homem culto e sóbrio que intenciona unificar a humanidade a fim de abolir qualquer tipo de censura e desigualdade. O fundamento oculto da superioridade traz uma reflexão de que somos o tempo todo controlados pelo poder em massa, pela mídia, religião, políticos, doutores da ciência... O mercado que dita regras nos tira o brilho se não incluir-mos na moda. E nos faz achar que tudo é normal e o mundo capitalista simplesmente é uma necessidade básica humana. Para compreender esses fundamentos ocultos é preciso observar e estudar de maneira ampla todos os campos da sociedade. E não basta ser apenas sociólogo, economista, educador sei lá. Tem que entender de gente, de vida, mas tem também que sentir e atuar com mudanças de comportamento e ser um eterno crítico de “todas’ as coisas”.
É aceitável que o poder esteja nas mãos de quem tem conhecimento, por isso que brasileiro pouco pode opinar - nosso sistema educacional é tão falho quanto nosso interesse em mudá-lo, portanto, não vale culpar apenas o governo, a elite e os movimentos aparentemente favoráveis. É preciso despertar senso crítico e interrogar sobre qualquer aplicação que nos venha aparecer. A última palavra nem sempre carece ser de médicos, advogados, professores. Às vezes a certeza está no suposto submisso, mas este se esconde daquele, cria uma barreira que lhe faz inferior.Padres, psicólogos, pastores, em fim... Mundo cheio de profetas que usam ferramentas materiais e/ou espirituais para continuar o show de ilusão de ótica.
Diante de tantas inconvenientes atitudes analisamos se existe democracia no nosso país. Dramatizam alguns especialistas que sim, que a democracia está presente no sistema. Mas um mundo em que homens ganham e podem mais que mulheres, que sociedade é dividida em classes, e a X fala e a Y cala, uma (des)governança total dos nossos recursos financeiros por parte do governo e mal podemos limitar os parlamentares aprovarem leis que só os favorecem. Criam projetos aparentemente para benefício da nação, mas muitas das vezes não passa de uma tática para camuflar a crueldade. A democracia é uma farsa, uma invenção para compor a moda do procedimento. E aprovamos ao invés de projetos, condições precárias para a população. Não pensamos em nós nem nos outros e ajoelhamos ainda para agradecer ou pedir perdão em casos e mais casos. Nossa!!! Seria uma vida descrever o quanto nos calamos enquanto devíamos falar. Percebemos só o que está em nossa direção, aquilo que já é projetado, nem Matrix conseguiu ser tão formulado como nossas mentes. É bom agir. É bom buscar a veracidade em todos os atos impostos - essa é a filosofia que devia ser seguida e vivida. Do mesmo modo que não somos poderosos a ponto de tudo saber os infiltrados não são auto-suficientes porque eles dependem de nos subordinar para aprovar suas “ilimitações”. E o mais ridículo nesse contexto é que a dominação se disfarça com o heroísmo, carisma, a liderança, a fé... Mas Jesus foi o tempo todo questionado por alguns e avaliado por outros. Até hoje Jesus faz parte de nossa reflexão e definimos vários conceitos sobre sua trajetória. Por aqui, quem for melhor do que ele que atire a primeira pedra.
A psicologia, ergonomia e antropometria influenciam no trabalho de um bom Visual de Merchandising
O cliente é a ferramenta principal para projetar PDV. O visual Merchandising aprecia seus gostos, comportamentos, atitudes, seus olhares, familiares, amigos, companheiro, até através do lixo da casa analistas descobrem o que o cliente deseja ou evita, como foi o final de semana e como está seu “espírito”. Para tais métodos eis o olhar psicológico de observar qualquer detalhe no relacionamento com o ambiente e as pessoas desvendado seus pensamentos, sentimentos, razão das atitudes e o comportamento humano.
O olhar ergonômico faz com que o profissional descubra o melhor jeito do arranjo físico evitando incômodo ao pegar o produto desejado ou se direcionar para tal seção ou departamento. O layout empresarial bem definido facilita a movimentação das pessoas na loja e objetividade da garagem ao terminal de atendimento. Entrar numa empresa e passar por corredores vazios, escuros, lembra estar num labirinto e a impressão de dificuldade marca a passagem do cliente. Deve-se haver, no entanto um entendimento da interação entre seres humanos e outros componentes de um sistema. A política e processos são tópicos relevantes na estrutura organizacional que permitem ao empregado motivação e prazer de trabalhar em turno apropriado as necessidades pessoais, ética, supervisão e trabalho em equipe. O sistema ideal de um negócio oferece eficácia para atuar com diferenciados tipos de usuários a tratá-los individualmente. Eficiência ao dispor recursos materiais, na medida certa, sem excesso, em tempo curto e redução total do esforço físico e cognitivo.
“Antropometria é o conjunto de técnicas utilizadas para medir o corpo humano ou suas partes”. Ressalta a fórmula correta de adequar a organização aos clientes. Numa loja puramente infantil, as paredes, colunas e teto devem ser adaptados à estatura, peso, densidade corpórea das crianças que definem seu público alvo. Para vender roupas, por exemplo, é preciso saber as tendências do corpo humano na atualidade, a evolução física das pessoas diante do modismo calórico e produtos industrializados. Avaliar e comparar gerações e inspirar as modalidades futuras das pessoas. O visual de Merchandising é capaz de mensurar através da quantidade e estatura média das pessoas que freqüentam o estabelecimento o conforto que a empresa lhes proporciona. Aplicando indicadores de medidas corpóreas, percebe se determinado consumidor está com indício de desnutrição – entra a jogada profissional – dispõem na prateleira produtos ricos em vitaminas apropriadas, ou diante da figura obesa, um excelente rol de produtos lights e diets – mas cuidado, a imagem de lights e diets deve transmitir saúde... não a obrigação de usar o produto. É inviável então desenhar uma empresa sem conhecer o ser humano, suas emoções, peso, estatura e postura.
Liderança e responsabilidade
As abordagens atuais sobre atividades correlatas aos Recursos Humanos dos gestores de empresa são fundamentais para que as mudanças ocorram dentro dos objetivos almejados no planejamento empresarial. Para liderar com responsabilidade tem que ser muito mais do que excelente ditador de regras e entendedor de letras. A aprendizagem citada constantemente no mercado se refere ao relacionamento saudável com as pessoas que formam a equipe organizacional. É nelas que estão explícitos o conhecimento e o compartilhamento de experiências.
Os maiores líderes da história da humanidade deixaram exemplos úteis às gerações. Na religião, na política, no mercado, na sociedade... Cada seguimento de vida é área de definição de liderança. Inúmeros desses mestres mantém desde décadas anteriores seus fiés seguidores. Certamente pelo desenvolvimento de suas habilidades, competências e atitudes. Humildade para ouvir e transmitir no momento certo as informações precisas, de reconhecer fragilidade e disseminar otimismo. O líder atual se preocupa com o seu posicionamento diante da equipe, delega poderes e valoriza a coletividade.
A aprendizagem dos gestores de Recursos Humanos nas organizações
A modernidade no mercado exige novas tendências de gerenciamento dentro das organizações. E se tratando de Recursos Humanos há versões cada vez mais atualizadas de procedimentos dinâmicos compatíveis com necessidades pessoais e profissionais das pessoas. Com o papel fluente das organizações na responsabilidade social e ambiental, o reflexo das estratégias de RH impacta nesses valores mesmo contrapondo com características de inovações tecnológicas, fortalecimento econômico das nações e empresariais, modificações climáticas e cenário político; portanto, são alguns dos inúmeros fatores que estimulam o aprendizado dos gestores atuais.Para o gestor de RH decidir, recrutar, (re) estruturar uma equipe em prol de um propósito final não é fácil. É preciso desde antes o representante aprender a lidar com as pessoas e seus costumes. Mas diante de tantas culturas, filtrar essas qualidades e agradar a todos é aparentemente impossível. Demitir nem sempre pode ser a melhor forma de resolver um problema. Mudança constante do quadro de funcionários é capaz de “eliminar” a identidade da organização, está aí um dos papéis da administração de Recursos Humanos que deixou de ser simplesmente setor pessoal e receber a nomenclatura de incentivo e motivação funcional.Muitos líderes falham por desconhecer suas responsabilidades e as influências do mercado, devem se atentar às competências e perfil dos seus membros, acreditarem no potencial investindo em treinamentos e (re) aproveitamento. O capital humano tem, por essência, várias habilidades e competências na área social, técnica/profissional e de negócios. Socialmente transparece a convivência do SER, seu posicionamento de ética e moral e comportamentos subjetivos a serem engajadas as capacidades técnicas/profissionais nos processos, operações e atividades administrativas. A competência de negócio é determinante no mercado sobre as intenções das pessoas medindo o grau de visão, atitudes, determinação, negociação etc. Todo gerente é gestor de RH, ninguém trabalha sem um grupo, mesmo que seja de setor financeiro, comercial, marketing, vendas, produção. Estão agindo com pessoas que auxiliam no desenvolvimento dos planos, por isso, muitas empresas investem ou precisam investir em capacitação do seu grupo-chefe para atuar no controle humano.Além de harmonizar o ambiente, o capital humano da empresa é visto como principal elemento rentável e sustentável. Da mesma forma, o colaborador se bem satisfeito com o trabalho, enxerga a empresa como suporte de sustentabilidade e realizações profissionais. Um funcionário motivado para atingir metas é capaz de alavancar a empresa sobre as concorrências. O plano de cargos e salários é importantíssimo nessa jogada, assim como idéias eficazes que os promovam na sua carreira.
Sabe Chinês? Desculpe-me, só sei Inglês
Quem atender as exigências do mercado terá que falar Inglês. Mas o representante de empresa em Xangai tem que conhecer Mandarim.
Não basta se debruçar nos livros e cursos em busca do conhecimento aprofundado na tão fluente língua inglesa. Com o desenvolvimento de países estrangeiros economicamente fortes ou em processo de crescimento se vê a necessidade de aprender outras línguas para interagir com o ambiente externo. Para os que desejam uma carreira de sucesso empresarial se atentem à “moda”. A qualquer momento o profissional executivo pode ser surpreendido na comunicação entre fornecedores e parceiros, mas para entendê-los e ser entendido que se expressem iguais os brasileiros, chineses, japoneses, franceses, alemães. Nada de bicho de sete cabeças quando o assunto é negócio ou relações internacionais. “Se você só fala inglês e está visitando a França, não adianta pedir em inglês um típico prato britânico” As multinacionais optam por profissionais dispostos a desafios. E nada mais propício no momento do que desafiar na China, país que tem crescido assustadoramente descentralizando o comércio da Europa. Os brasileiros aproveitem as oportunidades no varejo, tecnologia, energia, turismo, se quiser investir na área de Pequim. O governo local criou órgãos que liga o Brasil no mundo como o CCIBC-Câmara de Comércio & Indústria Brasil-China, direcionado a investimentos que envolvem indústrias de origem brasileira e chinesa.O assunto é amplo e merece atenção. Sugere-se leitura diária sobre os diversos aspectos dos países mais fluentes mundialmente. Quem atender as exigências do mercado terá que falar Inglês. Mas o representante de empresa em Xangai tem que conhecer Mandarim.As empresas nacionais que pretendem investir lá fora estão valorizando ações em treinamento e custeio do seu capital humano para atuar nos ramos mercadológicos, mas esse intelectual deve ser capaz de cumprir o além do que é exigido. Eles nem mencionam metas, falam de provocações e projetos rentáveis em fins qualitativos e quantitativos. O espaço é disputado, seu currículo pode ser o melhor... mas a arte de negociar com competências técnica e cognitiva fazem a diferença quando o tema é negócios. Algumas instituições de ensino estão investindo na educação do multilingüismo pelo estímulo dos noticiários diários sobre importação e exportação. Tá, nossas crianças podem até se tornar preparadas daqui a alguns anos para este cenário de agora, e ainda assim estará desatualizado ao chegar à fase adulta, porque outros obstáculos estão por vir. Nesse contexto, acompanhar o mundo globalizado tem sido a tarefa mais difícil e necessária do ser humano. Sabemos que não é possível mais se dá um foco numa coisa. Todos os assuntos estão interligados assim como as nações que negociam.
Os canais de TV e Rádio do mundo num só programa
Bons tempos para investir no Nordeste
A movimentação das Micro e Pequenas Empresas
Economistas concordam que no Brasil, a política do Plano Real foi um fator inquestionável no alargamento e surgimento de negócios de pequeno porte, inclusive das lojas de preço único – as que vendem todos os produtos por 1,99 - por exemplo. O contrato firmado na gestão de Fernando Henrique Cardoso foi um marco na história brasileira. Os Consumidores de classe baixa passaram a comprar com linha de créditos acessíveis e houve a expansão em produtos eletrodomésticos. A inflação chegou a ser deflacionada, atingindo um patamar de 1,7% - índice que há décadas não acompanhava o mercado. Muitas medidas para combater a inflação foram tomadas, todas fracassadas, até que o plano Real conseguiu realmente engolir por um período o ciclo fracionário que mais afetava a economia do país. Nessa época o varejo sobressaiu e até hoje alavanca. Esses procedimentos políticos e econômicos facilitaram as iniciativas e rotinas dos varejistas que conseguiam com baixos custos suas mercadorias, principalmente com a facilidade de penetração em país alheio fermentando o setor informal.
Empresas que disponibilizam excelentes prazos para pagamento têm sido crucial no desdobramento do varejo tradicional devido ao número maior de consumidores cuja renda é baixa ou que trabalha sem comprovação em CTPS.
A globalização também facilitou esses processos - aconteceu por influência forte do serviço de rede mundial, que diminuiu as barreiras para o envolvimento de novos empresários, com a expansão dos produtos e atuação dos acordos mundiais, a valorização do varejo de nosso país e outras nações, a transmissão de dados entre setores varejistas permitindo a análise minuciosa de mercado para definir ou redefinir um rumo mercadológico. Esse avanço tecnológico permitiu o encurtamento de distância dos negócios estrangeiros, a desburocratização para transações comerciais, e a rotatividade na importação que tem aumentado rigorosamente a partir do debito quitado da divida FMI.
Diante de tantos fatores, o que mais evolui e define o comércio atualmente é a relação cliente-fornecedor. Para negociar não é fácil, e nem apenas olhar o mercado como uma comunidade livre, onde se pode entrar sem comprometimento. Verdadeiramente, as micro e pequenas empresas vivem para espionar o ambiente, a concorrência, as políticas sociais e partidárias, a cultura de cada região, os fornecedores – entre outros. O foco maior está no consumidor, pensando em atraí-los é que varejistas se endividam e investem arriscando-se freqüentemente. Nesse âmbito é preciso ter estratégias diferenciadas para trabalhar com fornecedores, e que o sistema de pagamento seja bem direcionado ao cliente, mas também que ganhe com poder de barganha.
A lucratividade de uma empresa é comprometida se não for bem estruturada a administração dos produtos, se a venda não for coerente com o estado de saúde da organização, se o ciclo econômico não condiz com o ciclo financeiro e as atividades não permitirem rentabilidade continua e liquidez imediata. É analisando as tendências, os demonstrativos anteriores, a intenção dos concorrentes que pode avaliar o próprio empreendimento, decidir sempre na visão desses acontecimentos. Não basta apenas ser rentável por um período, tem que ser sempre geradora de lucro. O mais importante ato administrativo é a definição de preços, nele esta concentrada a preocupação constante para conseguir agradar a clientela, e obter vantagem contábil e gerencial.
Para aplicar a precificação tem que se atentar a viabilidade e estabilidade do produto no mercado e se orientar em relação à elasticidade.
Comércio eletrônico - Uma excelente estratégia de negócios
Comercializar via internet concretiza a globalização na atualidade acoplando nações e cultura. Além da interatividade e a proliferação de contatos, os negócios na web viabilizam praticidade e recarga de conhecimento. Os relatórios enviados, processados e avaliados são emitidos em tempo real, sem grande custo, que serve como ferramenta para gestores em momentos decisivos. As informações são postadas para milhões de clientes num percurso de segundos. A análise desses dados é exposta e altamente flexível possibilitando retorno automático que serve como feedback embutidos nos sistemas mais modernos e atrativos da rede mundial. As lojas virtuais investem constantemente nos princípios eletrônicos de vendas, pagamentos e entregas para se tornarem competitivas diante das organizações tradicionais, considerando que o cliente virtual é mais decidido e seletivo e dificilmente compra por impulso. Por isso, analistas responsáveis pelos softwares devem investir na qualidade e quantidade de informações disponibilizadas para o consumidor. Dentro desse contexto, o e-commerce vem crescendo com a criação de fóruns – uma estratégia em que os clientes se tornam responsáveis pela divulgação do negócio através de resenhas e comentários – ele próprio vende o produto.
As vantagens competitivas como a inexistência de intermediário diminuindo o custo funcional, controle do estoque, menor investimento de capital, e principalmente, atender a diversos públicos reflete no faturamento e movimenta o ciclo econômico do país. Mais uma grande sacada desse tipo de comércio é colher elementos através de cadastro definindo o perfil do cliente a fim de formar um banco de dados. Por ali é traçado o histórico do consumidor que certamente servirá como instrumento de estratégias para a organização. O cliente determina as táticas preferindo operar com maior velocidade e baixo custo. Geralmente se interessam por produtos em promoção e buscam informações sobre o que comprar. Os sites de pesquisas influenciam no fluxo do varejo online, é o consumidor que ganha nessa operação – ás vezes filtra essas informações optando pelas lojas tradicionais.
A internet com os negócios está interligada reestruturando o sistema econômico do mundo. A comunicação e interpretação que envolve governo, sociedade e as pessoas aceleram infinidades de procedimentos que abstrai o impacto negativo relacionando os trabalhos manufaturados.
Marketing de varejo condiciona o conceito humano
Os varejistas são pessoas que vendem para o consumo final e estão constantemente emergidos em procedimentos de relacionamento com cliente, fornecedor, concorrente, políticas internas e externas, funções ambientais, sociais e culturais. Em fim, passam por infinidades de experimentos que levam a refletir sobre as dinâmicas do mercado financeiro e econômico.
Na atmosfera global, os negócios movimentam os mecanismos da humanidade. Desde os primórdios o comércio é visto como uma interação onde existe o fator compra-venda ou troca-venda e sempre com a visão do lucro. Atualmente, não tem sido diferente, muitos tipos de empreendimentos surgem assustadoramente. O alavancamento das transações mercantis foi influenciado à introdução da tecnologia maquinária atribuindo mais valor aos métodos e diminuindo os esforços humanos braçais. Com essas mudanças o homem passou a ser considerado como um fator principal dentro das organizações, independente do comportamento tecnológico. Gestores executivos absorvem ilimitadamente a mente humana nas tarefas desempenhadas por tais modernidades. Os movimentos bruscos que atingia o profissional de décadas anteriores foram minimizados e ameaçados por idéias e comportamentos sensíveis às constantes do universo.
É importante e existe na maioria das grandes empresas, profissionais pisico-administradores, que atuam como auxiliadores nas descobertas e prevenções neuropsicológicas dentro do ambiente organizacional.
A mente pensante está cada vez mais doente.... o sentido braçal da mão de obra, embora tenha diminuído com o impacto tecnológico desde a época da industrialização mundial, não é mais tema de discussão nos fóruns de administradores porque nota-se o esforço do pensamento, as cobranças do mercado, pressões familiares, sociais, o aquecimento global que afeta qualquer produção. O homem vive sob diversos tipos de problemas que se acumulam na linha de raciocínio. As máquinas, segundo tese defendida por alguns autores, tomaram o lugar do homem no mercado de trabalho: Mas, a análise pode ser feita por outro ângulo e estudar o principal sujeito - o cérebro, ele é alvo. E o físico, apesar de menos cansado, necessita dos neurônios saudáveis para sobreviver.
Nesse sentido, a mente se tornou uma ferramenta manipuladora, deixando para traz o enredo de que o homem não existe para pensar.
Em cada organização se vê perfis de colaboradores diferentes, cada um com suas necessidades e competições internas na reflexão constante para identificar problemas e tomar decisões.
Se antes falávamos de musculatura e mecanismo, hoje sobressai o raciocínio... Questionávamos a igualdade humana dentro do ambiente organizacional quando relacionado à obediência. No entanto é notória a mistura de cultura e poderes. Questionavam-se a exploração física do SER, hoje se visualiza um quadro diferente e moderno. O foco é na exploração mental e conclui-se que maioria dos englobados no mercado de trabalho sofre de estresse afetando lares e arredores. Todos esses processos complexos por uma busca contínua – atuação e participação no mercado de trabalho.