A despedida de Lula e o retorno moral dos policiais brasileiros

Há muito tempo vem se analisando a atuação das forças armadas do Brasil diante de “poderosos” traficantes no Rio de Janeiro. E nesta abordagem alguns assuntos sempre estão em pauta: A desmoralização dos policiais; O contrabando que os envolve; O medo de agir em comunidade mais polêmica.

Difícil imaginar, é que este exército conseguiria entrar e se apossar de mansões e aposentos dos principais marginais em favelas cariocas. Onde se concentram economias espantosas com o tráfico de drogas.

A ação deu espaço a elogios e algumas intrigas também. Mas de fato, receberam saudações, com um trabalho de bravura, coragem e qualidade. Guerra quase sem sangue, um início de tentativa de paz no Rio. Que continua... Em estratégia e inteligência.

A invasão dos policiais nos morros marcou a saída do presidente da república, Lula. Em verdade ocorreram vários momentos importantes no seu mandato.

A começar no iniciozinho de gestão, como mudanças no sistema previdenciário, a dívida liquidada com FMI, a transposição do rio São Francisco, os trabalhos projetados com a Petrobrás, inclusão social com setor habitacional e digital... Foi o governo onde mais prenderam legislativos e judiciários por fraudes, que trouxe atenção impactante ao Nordeste atribuindo valor visível nas regiões grande pólo. E neste percurso sempre criticado por movimentos ousados para a sociedade.

Até a notícia de Copa do Mundo e Olimpíadas foi em gestão de Lula. Sai pela porta da frente o presidente.

Por falar em copa é possível que não haja tanta coincidência. O Lula é do tipo assim: Quero fazer meu nome ser honrado.

Nordestino sabe como é... É forte... É de raça. Gente que entende de dificuldades e prospera superação.

Como ficaria a imagem do Brasil com a difamação da capital mais atrativa do país em 2014?

O fato é que atualmente se dividem as conversas nos principais jornais do mundo. Além da violência carioca tem manchetes como, “policiais brasileiros são heróis”. Heróis que certamente, mais tarde, serão personagens de um filme bem contado, assim como Tropa de Elite. Além do mais, o presidente pode ter se inspirado no Capitão Nascimento.

Bom lembrar que não é só de Rio que vive o Brasil.

Em todos os lugares a violência é assustadora para nós. A nação quer o direito de proclamar um pouquinho de paz em comunidades perigosas espalhadas por todo o país. Não é à toa que no dia seguinte a atuação maciça dos policiais, se percebia a reação dos favelados; que semblantes emocionantes!

Quem vive (vivia) a situação de ceder a marginais sabe qual o verdadeiro pesadelo do dia-dia. Inclusive de criar filhos sem pespectiva de vida. E para cada ser humano que saía de uma favela com projeção de vida, era motivo de orgulho.

Isso precisa deixar de ser novidade.

Atenção aos “minutos mágicos” da carreira profissional

A hora certa de decidir sobre os negócios se torna uma das maiores preocupações dos profissionais hoje no mercado. São às vezes oportunidades, barreiras, desanimo ou até fundamentos que confundem quando se tem que optar em seguir um projeto ou recomeçar com outro.

Neste sentido, na medida em que os objetivos se concretizam, surgem situações incríveis, de, por exemplo, afastar-se da concepção atual para um plano B, que aparentemente pode ser uma fuga - ou trilhar ainda o plano A, aquele que vem sendo trabalhado de retorno lento, mais que o esperado.


Não existe padrão para saber a hora exata de tomar certas atitudes que interferem decisivamente em toda a carreira. Aliás, o segredo de um empreendedor ou profissional concentrado está justamente nas escolhas cotidianas. É sabedoria que abrange experiência e envolvimento no que vem sendo focado.


Falar deste assunto talvez seja para alguns sem importância, mas vivemos num mundo cheio de notícias, numa vida insaciável, um mercado altamente promissor e ao mesmo tempo complicado, porque nos induz a freqüentemente buscar rumos sobre a estrada profissional.
Digamos que pessoas bem sucedidas, ou que desejam ser, está sempre à procura de evoluir, de ver no topo suas conquistas. E não se conformam com as conquistas, por isso se cria modernas metas imediatamente, para suprir a necessidade de estar acompanhando a mente, que velozmente se exige, e também as tendências que sempre apostam nossos desejos.


Numa parada à sombra se pergunta: Quem está preparado para saber a direção correta da carreira profissional? É uma análise de comparações, que traz reflexão de tudo que já foi posto e vivenciado, buscando um feedback apropriado para diagnosticar possíveis acertos e erros.
Este momento é crítico. Talvez o mais. E é preciso resolver... De continuar o caminho independente de dificuldades e atrever-se a dar o próximo passo; ou de recomeçar tudo apostando em novos tesouros, e inovar.
A segunda opção seria quase a mesma coisa que aceitar a reengenharia. Absorver plenamente o que é contemporâneo e abolir os sonhos, as idéias.

É o momento de interiorizar-se, de intervir o mais impressionante raciocínio. Ouvir as pessoas, todas que de qualquer forma fazem parte da história, mas não de ceder ao que dizem exatamente, colhendo as sabedorias que cada um proporciona, e de cada forma.

E o risco de confundir desistência com persistência é grande, por isso uma alternativa pode ser mudança de estratégia. Isso, palavra mágica. A estratégia bem planejada faz tudo ficar a nosso favor. E mudá-la não quer dizer sair do norte. É apenas a maneira diferente e madura de como conduzir os objetivos. Pode ser opção também um simples desvio de caminho. Desviar não necessariamente significa sair do trajeto, mas uma tática para enfrentar o mundo por outro ângulo.

Cuidado com as decisões e como dizia Paulo Coelho em um de seus romances, atentai-vos ao “minuto mágico” da vida, sob qualquer aspecto.

Comentário sobre “Os Babacas”

Em fevereiro de 2009 foi lançado nos Estados Unidos o livro “A Regra de não Aceitar Babacas”, escrito por Robert Sutton, professor da Universidade Stanford que gerou polêmica entre acadêmicos.
A editora Harvard Business School Press, ligada a Universidade Harvard, maior do mundo em Administração se recusou a publicação no país. O livro foi censurado por lá. A universidade não tem hábito de divulgar linguagens a nível desclassificatório, segundo a instituição.
Na edição ele cita de forma explícita quais as características principais de um chefe considerado babaca. De que forma se destacam na carreira profissional e como o mercado está aceitando este tipo de liderança.
Com linguagem curta e profunda se refere a todos aqueles que, de alguma forma, trata com indecência seus subordinados.
Mas no Brasil o livro ganhou espaço e vem sendo discutido entre profissionais de todos os níveis.
Em junho deste ano foi publicado no Copacabana Palace Hotel, no Rio de Janeiro. Com novo título “A babaquice dos chefes”, que chega a ter o mesmo significado. Segundo admiradores brasileiros que apareceram no dia do lançamento os exemplares foram insuficientes para atingir a demanda.
De acordo a editora responsável em publicar a idéia no Brasil, um título mais neutro minimiza a sensação de agressividade, identificando como se comporta o ser humano diante das palavras, apesar do mesmo teor de responsabilidade.
Sutton se pronuncia para todos os gerenciadores que são arrogantes de diversos modos, nos aspectos morais, profissionais, motivacionais e etc. Ele ainda cita que apenas a palavra resume determinados comportamentos, e se torna clara a compreensão.
Analisando pela expressão do autor, não é difícil encontrar liderança deste tipo. Empresas de pequeno a grande porte têm profissionais assim. Algumas vezes, muitos líderes de gigantescas corporações.
E por esta lógica, existem profissionais adeptos à babaquice em qualquer órgão, público ou privado.
Diante de tanta hipocrisia que há na administração pública é possível que haja muitos babacas também no governo brasileiro.
Para leitores deste blog que são funcionários não saiam por aí chamando atitudes de seus chefes de babaquice, sem nenhum nexo.
Aos empresários e lideranças de qualquer organização, cuidado para não se tornarem uns babacas. Mesmo que não sejam alertados, é possível que nas rádios de corredores de sua empresa você seja o personagem principal do livro de Robert Sutton.
Bom. Fiz só um comentário.

Lei da Responsabilidade Fiscal: Criada para quem não sabe o que é

Excelente ferramenta de gerenciamento que veio para inovar os processos decisórios relativos à prevenção, controle e ação da administração pública do Brasil. São estas palavras interpretadas da própria legislação complementar 101/2000 – a Lei da Responsabilidade Fiscal.
Ela viria com o objetivo de mudar a estrutura política do país orientando os governantes com normas fixadas em 103 capítulos a reduzirem custos operacionais, financeiros, pessoais dentre outros.
O papel da LRF está vinculado ao princípio básico da Administração: melhor controle dos recursos; eficiência na gestão pública; organização; metas pré-fixadas; acompanhamento contínuo de avaliação; processos de feedback, aplicação universal e uniforme; desenvolvimento auto-sustentável da nação; transparência e planejamento.


No que tange o compromisso social, a LRF é clara quando cita a responsabilidade dos gestores públicos ou que tenham vínculos direto e indireto a prestarem contas dos gastos. E para não ocorrer nenhuma surpresa nos resultados é necessário que se faça definição do que deve ser enfatizado e percorrer os meios mais coerentes para agir com os propósitos voltados à aprovação da sociedade seguindo nos atos administrativos uma “lógica”, estrutura de elaboração e manuseio das atividades a serem financiadas pelo governo; em suma, planejar é solução para realização ou conclusão de qualquer processo, mormente os que se referem a União como um todo. A LRF existe para aprimorar os resultados das contas públicas da união, estado e municípios.

No transcorrer da Lei, vários são os conselhos. Dentre possíveis falhas com sua aplicação, os governantes tem sido alvo da sociedade quando solicitados maiores esclarecimentos dos métodos aplicáveis e principalmente o verdadeiro posicionamento do governo; a má aplicação da Lei, o desuso de suas ordens, a anulação dos ditames emergidos em seus capítulos.
Exige-se nesse e em casos semelhantes penalidades para os praticantes incompetentes.
Como diria se fosse nossa a linguagem popular, “falta de conselho não é”. Muitos são os ditames para se obter um país justo e igualitário. Mas além do que está explícito na lei constatamos diariamente através da mídia o mau uso dessa ferramenta. Mesmo diante de tantas condutas a LRF se torna burocrática e metódica.
Não se entende porque num país que se encontra em pleno desenvolvimento se aprova tantos projetos que permita brecar os direitos do cidadão. É difícil entender. Mas a própria LRF se analisada detalhadamente é elaborada com muitos “truques” que permitem os representantes governamentais abusar do poder público.
Para este comentário foi feita uma pesquisa na cidade local: Conclusão, os próprios representantes não sabem o que significa a ferramenta, muito menos que ela existe.

Palavras e comportamentos dos candidatos

São tantos pronunciados durante o período eleitoral, que ficamos meio ambíguos. Por essa razão muitas pessoas se querem sabem o horário exato das campanhas políticas em TVs e rádios. Dizem-se apolíticos, ou melhor, são realmente avessos à eleição.
Mas vivemos de política e não tem para onde correr. Em casa, no trabalho, na nação. É sem valia qualquer pensamento de se isolar. Precisamos escolher sim. E saber escolher, ao menos enquanto surja outro método.
Tem assuntos que chamam atenção a cada programa de TV. As palavras e os comportamentos dos candidatos, por exemplo:
A protegida. Pra começar, a campanha não é de Dilma. É que continue o projeto de Lula.
O pessoal do PT é estrategista de primeira. Claro, o tal Duda Mendonça e sua equipe de marketing nas duas últimas eleições fizeram uma revolução nos trabalhos esquerdistas.
E agora com a Dilma segue no ritmo melhor. Estão investindo muito este ano em comunicação e marketing, inclusive em assessorias que modelam e remodelam desde a estética até a postura profissional da candidata à presidente. Sobre seus programas de TV, a característica está cada vez mais popular. Parece até que estão imitando a Globo. Trazendo a vida real para a tela, como o depoimento onde um senhor simples da zona rural clama: “Deus te proteja presidente Lula, que Ele te dê força para continuar administrando o nosso país”.
E os olhos quase derramando lágrimas. Aqueles olhos meio tristonhos e ao mesmo tempo gratos, de quem sofreu muito e agora encontrou um refúgio.
Estão com vantagem. Poder na mão. Os trabalhos acumulados durante oito anos. Basta fazer uma retrospectiva e tudo parece mágica. Quem diria hem petistas. Tão radicais, sem brilho e sem espaço. Estão a ponto de levar a vitória no 1º turno.
O Irritado. É só parar e ouvir quantas vezes José Serra usa termos do tipo “estou irritado, chateado, impugnado, traído”... As palavras são fortes e negativas. Pensa que se faz de coitado, mas se torna apelativo. Cuidado tucanos porque as primeiras expressões ficam. Falem de soluções, de resoluções, esqueçam um pouco o ataque. É natural, mas o programa precisa ser menos agressivo.
Na verdade a equipe de assessoria deve redesenhar Serra também. Deixar ele mais transparente e tranqüilo. Se não é popular, fingir se torna artificial.
A radical. Tem comunicados bonitos, mas são muito óbvios. Parece que vive num mundo de discurso imutável. Rebelou-se com alguns da esquerda, se diz liberal. A Marina precisa ser inovadora e acompanhar tendências. Entender que as palavras às vezes são ultrapassadas, e a vida nem sempre é do jeito que se diz. Ao falar da Marina vem o questionamento. Será se quando é radical demais se torna individualista? Ou com este argumento se consegue a titulação de honesta? É para refletir, ou seja, a candidata é uma reticência...
Se tratando de mercado, hoje o incentivo é trabalhar o máximo a parceria. Claro numa hora dessas não dá para dizer que um ou outro é parceiro, e confiável. Cada qual procura vender seu peixe. Mas lembre a Marina que Lula se reelegeu porque mudou de pensamento e conseguiu sair de um simples sindicalista, para um ícone administrador. Talvez tenha sido o governo que mais misturou partido e coligações. O PT renovado.
Na verdade brasileiros e principalmente do nordeste – Admira-se a última administração do Brasil. Que tirou da gente aquela agonia da dívida FMI, e levou-o ao título mundial de um dos melhores países para se investir. Que deixou economistas confusos sobre o futuro do país, e ultrapassou uma crise envolvendo os povos mais poderosos do mundo, Estados Unidos.
Este ano mais uma vez temos opções de decidir o futuro da nação, e das próximas gerações. Apesar de tudo citado acima, o voto é livre e deve ser consciente.

A responsabilidade de Inovar nas empresas

Inovação na empresa muita gente imagina que basta aplicar uma tática diferente mesmo que não tenha lógica. Para entender o que é a inovação vamos pelo princípio - que pode ter várias nomenclaturas: novidade, novos hábitos, invenções, idéias. Mas no mercado sabemos que nada se vai apenas do princípio.

É preciso alinhar tudo à estratégia, então, através da base origem, mas a versão mercadológica, diga-se que a inovação seja aplicabilidade de novos recursos para chegar a um resultado com objetivos bem definidos e que tragam um efeito. Pensamos no ditado popular no que diz, “toda ação tem uma reação”. Ou seja, a inovação tem conseqüências, e obvio, a intenção de qualquer administrador é que seja sempre positiva.

E não tem como elaborar um excelente plano empresarial e deixar no papel bonitinho fazendo de conta que ele existe. No momento de agir é que está o diferencial para saber se todos os acordos foram bem plantados.

Vale tanto para os profissionais quanto as empresas que atuam. Os projetos atuais que envolvem a globalização de idéias nos procedimentos estão cada vez mais discutidos. Sobre a tecnologia que antes era um tema em evidencia, hoje é uma complementar dos assuntos empresariais. Bem mais amplo que a tecnologia está à inovação. Alguns profissionais ainda confundem as duas vertentes. Mas a tecnologia é ferramenta a ser utilizada para inovar.

Cuidado ao aderir modernos métodos a fim de garantir (re) posicionamento, vendas, poder de barganha etc. E inventar um movimento acreditando que facilmente tudo vai mudar. Até mesmo por que nem sempre é interessante mudar tudo velozmente.

Bem. Ao concordar com artifícios inovadores vários erros podem ocorrer. O caminho certo pode não ser o especificado.

Antes de qualquer atitude tem que se fazer um levantamento das necessidades. Pois está exposto um passo importante para a empresa, não deve ser manifestado como se fosse uma idéia surreal.

Outra etapa cuidadosa é quando reflete se é o momento certo. Para isso existe o ato de estudar a capacidade organizacional, no âmbito financeiro e econômico, na produtividade, na posição ao mercado e todo o ambiente inserido, interno ou externo.

Não adianta implantar novos conceitos se sua firma não suporta porque a preocupação maior é depois, para manter e seguir uma linha de evolução.

Além de determinar a necessidade e a estrutura é adequado também reavaliar o quadro de funcionários para notar o possível acompanhamento às tendências e o desenvolvimento dos negócios. De modo que venha também investir na sua qualificação.

Neste sentido, inovar pode ser um risco. Mas como toda empresa vive de riscos vale sempre apena apostar em desafios, desde que sejam moderadamente implantados e seguindo um planejamento para não fracassar por excesso ou falta de ideologias.

Marketing político não é politicagem

A priori fica claro, quem escreve estas linhas não é candidata nem profissional da área política. As expressões a seguir representam ponto de vista, é uma visão por alto do que está acontecendo por baixo, nos bastidores em véspera de eleição.

Estamos em tempos estratégicos de refletir sobre a vivência da nação brasileira. Ano de eleição, onde se diz democracia. A era em que candidatos contam e eleitores sonham. É momento de ver e reaver conceitos, analisar o desempenho de cada representante, afinal, a eles entregaremos mais uma vez a chave do nosso futuro.

Apesar de serem numa porcentagem bem singela, as exigências se tornam maiores a cada ano. E de fato, é o povo que exige e atua com maior inversão de valores, análise crítica e cuidada. O político de hoje não tem o mesmo poder de persuasão de antes. O eleitor também nem sempre é transparente, ou seja, é erro confiar que determinadas ações possivelmente garantam voto. Está sendo preciso apostar em novos desafios.

Para resolver estas questões há uma tendência forte de investimento em diferenciação e inovação. E uma delas está o conhecimento. É preciso se preocupar em informar o provável eleitor, trazendo além da trajetória e a biografia, a opinião em relação ao modo de vida social, transpor as idéias e como se posicionar diante das discussões mais convenientes e relevantes à sociedade. Ah, e que as promessas sejam no equilíbrio para que possam ser cumpridas.
Explora-se bastante este ano algumas ferramentas contemporâneas como blogs, sites e redes de relacionamento, revitalizando um conceito que fora do Brasil já existe e por aqui está surgindo.

Tem crescido a declaração marketing político. Expressão adotada por alguns candidatos, valorizada por implantar nova cultura, de “intelectualizar” o evento democrático. Percebe-se que há um afloramento desses assuntos. Mas o que o marketing político difere da politicagem é o seguinte:


A política é feita de democracia sim, de atuar e trabalhar para e com o povo. Olhar as necessidades e satisfazer, incentivar os parâmetros melhores para a coletividade.
O marketing político possibilita essa visão origem. E se fortalece com a incrementação da internet, celulares, informativos, a digitalização de idéias. Mas ao falar em digitalizar, outra preocupação. Tem que saber usar os recursos para não atrair efeito contrário, principalmente se tratando de redes de relacionamentos, que marca um contato direto candidato/eleitor, para não se mover pelo emocional.

Arriscaria dizer que maioria dos candidatos se quer sabem utilizar os meios de comunicações digitais, apostando ainda que nem saibam o que é twitter, facebook e como usa orkut. Exagero? Não. Até alguns administradores que vivem neste foco de desenvolvimento e empreendimentos não sabem, imagine alguns políticos do nosso país, com foco apenas para ganhar cargos e status.

A politicagem é mais real, está bem próximo de nós. É mais fácil compreensão. Faz parte do dia após dia. É o método mais explorado pelos políticos. Em fim, acham que é marketing a troca de favores, simples distribuição de santinhos, pressão aos menos favorecidos, ocultar valores sociais, criticar o concorrente, de utilizar o governo para se dar bem na vida, poluir o meio ambiente com um monte de papel apenas estampando uma foto e um pedido tipo “vote em mim”. Poluição visual e sonora também é uma armadilha. Isto é politicagem.

Ao contratar profissionais para as campanhas políticas é importante que sejam capacitados. Que sejam verdadeiramente consultores políticos antenados à realidade dos movimentos internos e externos que move o ambiente político e o comportamento dos eleitores.

Ampliação do conceito de marketing nas empresas é fator de crescimento em vendas

Muitos empresários se perguntam o que exatamente é o marketing. Mas para chegar a uma resposta concisa é um pouco difícil devido à expansão da área. É Bem mais do que fazer anúncios por aí, de qualquer forma e em qualquer lugar.

Mesmo os melhores gurus da Administração definem de forma diferente a disciplina: Uns dizem que é o conjunto de estratégias para direcionar o posicionamento de uma marca, produto ou serviço. Outros falam que é atender as necessidades. E segue uma relação de idéias para tentar expressar o significado. Todos estão certos, as respostas se complementam. Não tem uma descrição padrão.

O marketing é sim um conjunto de estratégias ou ferramentas que utilizamos para chegar a um objetivo. Mas são inúmeros esses instrumentos. E podem ser os mais desejáveis no mercado aos mais tímidos: promocional, marketing pessoal, de relacionamento, publicidade, político, marketing industrial, propaganda, marketing direto, eletrônico, dentre outros.

Os empresários, líderes, marqueteiros e sejam quais forem os profissionais do ramo, precisam desenhar a melhor adaptação para evitar erros que ocorrem diariamente - De associar apenas um atributo a empresa. De tentar simplificar a mercadologia e definir único caminho. Esquece que não tem uma fórmula, igual o cliente que não tem um comportamento-chave. Se o cliente muda constantemente, claro que as tendências também têm que variar.

Entre os citados existe o Promocional, chamado também Promoção de Vendas que atua no Brasil há muito tempo, recentemente conceituado pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional como a “atividade aplicada a produtos, serviços ou marcas, visando, por meio da interação junto ao seu público-alvo, alcançar as finalidades de construção de marca, vendas e fidelização”.

De linguagem mais prática, ações promocionais possibilitam contato olho-no-olho, teste-a-teste e cara-a-cara. Por isso se destacam a cada ano. E movem a economia no patamar muito satisfatório.

Para desenvolver Promoção de Vendas se faz uso de várias táticas, como a degustação de produtos, a panfletagem, feiras, lançamento de produtos, eventos, distribuição de brindes, blitz promocional, e muitos outros. E é necessário em cada ação, um planejamento de mapeamento de público e horários, qualificação e diferenciação do profissional promotor, a coordenação, em fim, completa análise mercadológica. Considera-se, no entanto, uma maneira de retorno mais rápido, porque não há intermediário nas transações e ações.

Meio ambiente: Uma estratégia de marketing ou preocupação das empresas?

Os dois. Virou modismo falar sobre o meio ambiente em qualquer ramo empresarial. Campanhas que realçam a preservação da natureza tem sido questão discutida entre os marqueteiros de plantão, bem como seus gestores e líderes, que juntos visam  promover a marca acrescentando valor à sociedade.
Esses projetos são elaborados para atrair um público alvo, e as empresas que ficam de fora perdem uma grande oportunidade de mercado com os clientes. É que eles estão mais exigentes e quem não atender as suas necessidades, sobre, inclusive, o eco sistema ambiental, corre o risco de ficar à margem e perder uma cartela fiel.
Geralmente as grandes empresas se destacam mais devido à capacidade de: poder econômico, possuir marca consolidada, influência dos produtos e serviços às pessoas e etc.
Tem crescido muito a preocupação: Que bom para nós consumidores e cidadãos. Mas não se deve implantar ações temporárias ou então simplesmente fazer uma logomarca e estampar em merchandisings, sem que traga uma imagem mais clara e objetiva de ajudar o planeta. Existem negócios de pequeno a grande porte, nacionais e multinacionais, que apostam nesse tipo de estratégia. E espalham por todo canto um símbolo apenas representativo, tipo: Cuide do meio ambiente. Não jogue lixo no chão... Nesse caso o custo não foi tão diferencial para eles. Uma idéia que já sairia no mercado apenas foi redesenhada com o intuito de propagar a responsabilidade verde, e ainda lucram mais com as informações. Ou seja, uma visão também capitalista.
Por outro lado, seguindo exemplo da Natura, uma das maiores corporações mundiais em qualidade tem planos importantes na economia de embalagens. Pontos para Natura. O cliente que utiliza o mesmo produto não precisa comprar vários recipientes porque tem a opção de utilizar refil. Isso é solução. Isso é marketing também. E é sabedoria. Não é à toa que ela é referencia em inúmeros estudos de caso nos centros corporativos e instituições de ensino por todo o mundo.
Então o certo é haja apesar do marketing empreendedor, transformações de culturas, que o planeta receba todos esses anunciados de forma prática e real. Que os planos em fim, sejam pelas empresas e clientes aplicados a curto, médio ou longo prazo. Consideramos que utilizar os métodos éticos ambientais faz parte de inovação, e quem acompanha tendências sabe: para inovar é preciso agregar novos conceitos diante do comportamento de consumidores.

Breve e intensa experiência no Rio de Janeiro

Um passeio apenas. É difícil decifrar nessa simplicidade quem tem a oportunidade de viajar para o Rio de Janeiro. Expressão que pode ser substituída por experiência de viver momentos grandiosos; apreciar e aprender sobre a beleza natural, combinada à incomparável estrutura arquitetônica urbana. Uma visão quase que inexplicável.

Sabe quando você chega num desconhecido e imediatamente alguém te recebe de braços abertos... E diz mesmo que não com palavras, mas através de um gesto inspirado numa ideologia religiosa: “Seja bem vindo e aproveite a Cidade Maravilhosa”. Começa assim a estadia na cidade do Rio.

Estamos falando de um dos mais conhecidos cartões postais do mundo, O Cristo Redentor: Situado no morro do Corcovado, zona Sul da cidade. Foi inaugurado em 1931, eleito no dia 7 de julho de 2007, em Lisboa, como uma das Sete Maravilhas do mundo moderno. Quase todo lugar na cidade se enxerga o monumento representativo cristão.

Claro, tanto reconhecimento sem menosprezar outras cidades como a nossa querida Salvador, que também tem suas riquezas históricas e modernas.

E ainda no mesmo percurso, mais encantamento. Tem a Floresta da Tijuca, considerada umas das maiores florestas urbanas delineadas pelo homem no mundo. Mas quem por lá passa, sente a leveza da brisa, o barulho sossegado de cachoeiras, o animo dos animais, o verde que tanto o planeta valoriza. A natureza em forma.

Passear entre a floresta é uma sensação de estar em outro ambiente. Mas, quando se atenta à realidade, nos posicionamos é no meio de tantos prédios, praias, carros e gente... Esse é o encanto. De estar em vários lugares agregados a um só. E é o segundo maior pólo econômico do Brasil, de acordo o IBGE. Que mistura.

O Pão-de-Açúcar, formado por morro da Urca e morro da Babilônia é outra parte dos desejos turísticos na capital fluminense. E juntos ao Cristo é que titulam os cartões postais mais famosos do Brasil. Também lá se vê uma mesclagem de povos: pobres, ricos, daqui ou de outras nações. É atração para todos. O bondinho do pão de açúcar é o teleférico responsável no transporte e possibilita a visão panorâmica das cidades Rio Niterói, inclusive a vista da Praia de Copacabana, Praia Vermelha e inúmeras alternativas.

Quem não viu o Rio de Janeiro mesmo em casa? Através de todo o sistema globalizado e tecnológico, a todo instante, estamos em sintonia com a cidade. Numa novela, filmes, telejornais... Sites de notícias, os maiores empresariais. É a concentração da maior parte artística do nosso país. Os melhores talentos da arte e cultura. E o maior centro de televisão. Um mundo de idéias, que vem de studios de produções diversas. A Globo, dentre outras redes. E empresas mais fluentes brasileiras, fortes também no mundo. Vale e Petrobrás, por exemplo... Fazem-se raízes que se espalham e originam outros órgãos até chegar por toda a parte do planeta.

Mas este texto é só um crédito. Quem escreveu teve uma breve e intensa experiência no Rio. Imagine quem vive, que cria e recria a sua história. Certamente tem muito mais pra contar e demonstrar orgulho.

Ela é "simplesinha", mas é maravilhosa.

Aposto na ousadia de Dunga

Antes do texto a reflexão. Porque falar desse assunto se não sou atleta nem entendo muito de futebol? Mas depois vem a resposta. - Porque o futebol é tipo o mercado - uma verdadeira escola de estratégia e posicionamento que se concentram em PROMOVER resultados. E disso a gente entende um pouco.

No momento questionamos sobre a decisão de Dunga em ousar a mudança para a Copa do Mundo 2010, na África do Sul. Ele, que desde quando jogador se destaca pela liderança e firmeza no campo. Capitão que ergueu a taça tetracampeã de 1994 em parceria com os passos de Romário. E administra a organização mais almejada do momento, a Seleção Brasileira.

Mas vamos direto ao contexto, e por tópicos:

Dunga aderiu ao novo. Ao desafio de ir contra os “princípios técnicos” e partiu pela convicção da sua consciência. Não usou estrela do esporte brasileiro da mesma forma que usaria os que o criticam. Grandes nomes do futebol ficaram de reserva. Pense, que impressionante. Poucos os líderes que atuam com tamanha coragem e confiança.

O time do Brasil hoje, pela lógica da natureza é um retrato diferente do antes, quando se tinha Pelé, Zico, o próprio Dunga, Bebeto, Romário e etc. E o que muda também nesses profissionais são a postura e definição de foco. No antes se falava de grandes ídolos. Nossa, cada jogo uma esperança e motivos de vibração universal. Cada passo certo dos jogadores, a honra do torcedor. Passo errado, o respeito, mas mantinha a admiração, permanecia também a fé, de na partida seguinte, a vitória.

Nada contra idéias atuais, e obvio a paixão ainda continua fervendo no peito dos brasileiros, que vibram e cobram raça verde e amarela.

Mas jogadores modernos estão vaidosos demais. Os sucessos os fazem transformar em simplesmente “estrelas” e “fenômenos”. O estilo tipo “está por cima”. A essência do que eles são exatamente vai se escondendo no mundo da fama. Não precisa ser psicólogos ou similares para entender que a mente do ser humano absorve o que ele deseja. Que o raciocínio também tem foco. Que se prioridade é tempos de estrelismo, fica em segundo plano a razão de ídolo futebolista, pra ser contado na geração próxima, igual às profecias de Pelé, por exemplo, ou mito, como diz o orientador brasileiro.

Dunga divide a responsabilidade. Imagine se o Brasil conquista a taça mundial este ano. Quem assina embaixo? Dunga e sua equipe. Mas ele também ostenta o papel caso venha a “derrota”, principalmente com a atitude de mesclar o time.

Seria bem mais prático o líder determinar que todos os esportistas famosos se empenhem e tragam o título à nação, e ele se isentaria desse movimento. Mas aí está uma liderança compartilhada, Dunga aposta em novos talentos. E se perder já sabe. Ele é o culpado.

Quem, numa empresa está preparado para assumir imensa culpabilidade? Existem poucos líderes que se erguem dessa maneira e se expõem como centro das atenções, e pensem numa pátria que ultrapassa 190 milhões de habitantes, segundo o IBGE, todos voltados a um artista do momento.

Pois é muito cômodo mais tarde diante da imprensa citar que os jogadores fenomenais deviam ter vencido.

Mas tudo isso para dizer que a ousadia faz parte do propósito. E que deve ser equilibrada, centrada numa ideologia coerente.

Era uma vez um sexo frágil

Frágil que nada! São todas diferentes, de vários estilos, diversas classes. Umas se perfumam igual homem, outras valorizam a fragrância feminina. Podem ser de uma natureza serena, ou demonstram bravura, é só questão de personalidade e a maneira como se expõe ao mundo. Um mundo que gira em torno delas, e assim dominam a moda, o mercado, as tendências. Contornam os comportamentos dos homens, mesmo que eles não percebam. Cada momento é um espírito de humor. Cheio de mistérios, razões, emoções e glamour.

Mulheres, mulheres... Famosas pela “fragilidade”. Muitos homens nem pensam na sua evolução e se limitam em te entender. Aliás, mulher, você se entende?

Elas não têm padrão, são versáteis. Sempre encontram melhor jeito de resolver situações. Estilosas no falar, vestir e no andar. São de um mundo dinâmico que não cabe descrever mais adjetivos.

No entanto, torna-se impossível considerar frágil um ser gerador de filhos. Que sentem dores absurdas de cólicas sem reclamar. Sofre de TPM. Nossa! Fica irritada sendo mal compreendida. Que cuida do parceiro, filhos e de si com o compromisso de edificar uma casa. Educa e estrutura o seu ambiente.

Não pode ser frágil quem é mãe, mulher, estudante e profissional, às vezes ao mesmo tempo. E o mercado está florido Delas, super-guerreiras. Buscam um espaço antes aparentemente dos homens. Hoje não há distinção na profissão. Atuam como os pedreiros, engenheiros, soldadores, policiais, juízes de futebol e invadem as passarelas com o charme que detém.

Por possuir, as mulheres não buscam espaço. Mas, há homens que temem em perder. Não precisa disputa, basta a valorização e respeito mútuo para o entendimento que as conquistas são de todos.

Acabou a Era do Conhecimento

A oração do momento é que o homem não se limite ao grau de conhecimento que ele possui, principalmente quando se trata de assuntos inerentes ao mercado de trabalho, cada vez mais conflitante. A limitação é hoje, um dos piores dilemas para quem deseja ser profissional. E o conhecimento, apesar de amplo, intensivo e infinito, é nulo quando não é explorado corretamente.
Recentemente se discutia muito sobre a era do conhecimento como fator essencial e indispensável à estrutura profissional das pessoas. Mas, hoje ela é simplesmente complementar.
Saber decifrar os melhores códigos não basta para fazer render os objetivos e atingir metas. Em qualquer cenário é possível vislumbrar muito mais do que conhecer.
É fato que a evolução mercadológica no mundo, sob tantos aspectos, influencia que sejamos informados, absorvendo todas as comunicações possíveis e explorando ao máximo a tecnologia acelerada, que mal podemos desfrutar.

Chegou a nova era. O tempo de sabedoria. Tempo do despertar.
A era da sabedoria veio para a solução de problemas e conflitos. Nessa ocasião em que os atos devem ser equilibrados e as decisões mais acertadas.
Pensando numa turbulência de contatos que gerimos diariamente, numa tempestade de idéias e em montantes formatos de negociações, buscamos razões para imposição de acordo às regras da sociedade capitalista. E é desenvolvendo a mente que se consegue acertar os planos e focar o alvo. Todo mundo tem um alvo a ser tocado, uma vida a ser desenhada e realizações a serem possíveis. Mas nem todos têm o dom de discernir tudo isso, de descobrir qual a verdadeira identidade. Qual seu papel na esfera mundial e o que vai oferecer do seu talento.
Pois é, o que falta nas pessoas é esta esperteza de escolher e findar o caminho a fim de direcionar as tentativas para o óbvio.
O profissional que anseia sucesso terá que evoluir a mente. A era da sabedoria nos remete à psicologia para se ater ao principal, ao que é útil tornando nulo o supérfluo. Para se ter sucesso, porém, é preciso descobrir qual o apropriado anseio e o que cada um consegue fazer da melhor maneira. Na verdade esse novo mecanismo vai lentamente surgindo, porque o ser humano não está preparado para pulsar a racionalidade.
Cada vez mais, em meio de acirrada concorrência, o profissional se intimida ao entrar no mercado não somente pela oportunidade, mas pelo desprezo que dá a própria reflexão.
No entanto, a sabedoria é o dom de lidar com o conhecimento e dominar atitudes. É preciso ver e rever dons e pretensões. Este é um conselho para quem espera ser protagonista da própria história.

Marketing é oportunidade

Tendo em vista um mercado competitivo e altamente diversificado com a era da globalização, os profissionais precisam se capacitar em determinada área e buscar novos objetivos. Nessa linha de raciocínio talvez não seja tão fácil inclusão no mercado sem a experiência do ramo de atuação. Portanto, é imprescindível investir em formação profissional seguindo um foco. E seguir as tendências do marketing atualmente é bastante promissor diante de mudanças no comportamento de consumidores e empreendedores, além dos fatores externos que envolvem economia, ambiente e sociedade. Tem que entender, o planejamento estratégico facilita o desenvolvimento de projetos viáveis à realidade de organizações, de qualquer porte e seguimento.

Todos os segmentos de marketing vêm seguindo uma estabilidade cada vez mais avançada fortalecendo as tecnologias numa estrutura intelectual. Os profissionais que atuam nessa área precisam atentar às variantes mercadológicas e dispor de inúmeros conceitos sobre a modernidade nas transações comerciais.

O marketing, portanto, deixou de ser vaidade e se tornou numa necessidade das organizações, de qualquer porte. Segundo pesquisa da FGV, setembro de 2009, o marketing é responsável em colocar o curso de Administração em segundo lugar em oportunidade de mercado e rentabilidade financeira, perdendo o primeiro para Medicina. Os empresários valorizam porque descobriram, sem esta ferramenta os negócios simplesmente não funcionam.

O desafio é justamente expor aos empresários o significado real. Não basta elaborar projetos desenhados com a tecnologia se perder a essência do que realmente ele é. Um ciclo constante de envolvimento afetivo e verdadeiro que traduz em marketing de relacionamento.

Bons negócios focam clientes e concorrentes

Muitos iniciantes empresários têm uma visão distorcida a respeito da sobrevivência do negócio projetado. Entendem que a fama e o capital são conquistas primordiais, que todos os problemas financeiros e psicólogos acabarão. De repente surge uma idéia impressionante, nova e atraente, lançada sem qualquer estrutura, que sirva para aquele momento como uma porteira ao sucesso. Mas se esquecem de identificar a viabilidade do empreendimento como um todo e por isso comentem vários "pecados" no mercado.
O pecado primeiro é de não conhecer o consumidor potencial e suas necessidades, mesmo sabendo que clientes estão mais exigentes e disciplinados. Para isso é necessário uma triagem. Existem várias ferramentas que possibilitam esse filtro, inclusive a própria percepção empreendedora pincelada com um conjunto de conhecimentos técnicos e teóricos, habilidades e capacidade no cenário global.
Então para saber qual a maneira de agradar os clientes não é apenas disponibilizar uma farta quantidade de produtos e serviços achando que são insubstituíveis.
Além de traçar o perfil dos clientes é inevitável definir a concorrência e distinguir a lógica que cada um deles utiliza para inserção e permanecia da organização a qual faz parte. Ter concorrente é imprevisível e preciso, porém, o certo é absorver as idéias eficazes remodelando os erros, e no cuidado quando tiver que enfrentá-los numa batalha. Se for afoito não traz resultado, no entanto, determinados momentos é melhor recuar. O grau de relacionamento de empresas e concorrentes chegou a ponto de falar em parceria. Sim, parceria. É o desafio atual para ser bem sucedido focando sabedoria e humildade.
Para implantar um negócio hoje é preciso pensar em sustentabilidade. E tornar sustentável uma empresa é tarefa árdua que envolve todos os aspectos humanos e todos os parâmetros sociais. Então é bom saber um pouco de cada coisa: de psicologia, economia, desenvolvimento, administração, de engenharia... Uma lista de atribuições que automaticamente são emersos no dia-a-dia com a era da informação. E o mais difícil é decifrar essas informações que são de modo geral à sociedade precisando condensar de forma prática e útil à realidade do cliente alvo da empresa.

A evolução da Qualidade Total

Começando a falar do século anterior para entender o contexto da evolução da qualidade total. A gestão de qualidade era vista como um instrumento simples de controle nos procedimentos fabris, analisados por supervisores ou técnicos experientes com um básico monitoramento e verificação continua dos trabalhos. Naquela época os produtos eram insignificantes aos olhos técnicos, o foco da supervisão estava nos funcionários. A simplicidade em que os empresários tratavam o assunto da qualidade tornava seus conceitos falhos.
Muitas vezes os produtos eram lançados no mercado com kit manutenção quando surgiam as primeiras exigências dos consumidores, onde o próprio cliente consertava qualquer defeito, mesmo que fosse da fábrica. Além disso, havia a opção de ajuda em empresas técnicas, pois nem garantia as indústrias se preocupavam em oferecer aos clientes. O comércio se mantinha por causa do comodismo dos consumidores em inibir reivindicações. A cultura não permitia ainda requisitar melhorias no atendimento e na produção a ponto de tornar-se importante nos processos mercantis. Os inspetores, técnicos na área de qualidade não se concentravam em um departamento específico, isso mostra a importância mínima que a maioria das indústrias dava à qualidade total.
Devido conseqüências de perdas na guerra de 1941 o Japão se atentou a um problema: Focar qualidade total nos serviços e produtos. No entanto, eles foram os primeiros a implantar esse sistema com a coletividade de gerentes japoneses. As mudanças tiraram o Japão de um conceito negativo à sociedade. Além do fracasso durante a guerra os produtos japoneses eram assistidos como de baixa categoria. Inspirando então com esse fato negativo a aprofundarem no tema, gestão da qualidade total surgiu naquele país com um propósito. Tornar para a sociedade uma nova era – a era da "perfeição" e adotaram um dizer: deve-se fazer qualquer atividade de maneira certa na primeira vez, para que não haja uma segunda numa exigência maior e do mercado. E assim a evolução da gestão da qualidade total começou a se expandir. Percebe-se então que precisou um desequilíbrio no país para o Japão adotar novos projetos.
Mas como toda ação tem uma reação, EUA, fortemente em economia se incomodou com o inicio das idéias japonesas, perdendo consumidores e mercados, interferindo na balança comercial, importações e exportações, começaram a desenvolver novas estratégias. Além de seguir as trilhas japonesas enfatizaram o tema. Novas atitudes como implantação de um sistema mais rigoroso na qualidade dos produtos, capacitação dos profissionais, alteração no fluxo econômico mundial. Boas idéias e inovadoras, mas as medidas não acompanharam o desenvolvimento das pessoas e o objetivo dos EUA era atingir e provocar o Japão. Algumas empresas funcionaram bem, outras decepcionantes.
Hoje tanto EUA como Japão, apesar do momento tenso na economia, já se encontram em posição confortável no globo mercantil e concentra grande número de gurus da administração geral. Superpotências devem a gestão da qualidade total. Mas que um método, uma necessidade nas organizações. Os projetos são analisados com mais vigor, e as empresas não se contentam em fazer o básico e necessário, tem o papel de surpreender sua clientela em qualquer que seja o processo.
Na visão sistêmica os processos de qualidade total são englobados necessidades de todos os evolvidos a exemplo de funcionários, clientes fornecedores e sociedade.
Linhas acima descrevem uma análise sobre a entrevista de Joseph M. Juran durante visita ao Japão baseada na Revista HSM Management 3 julho-agosto 1997.

Marketing Promocional para domar a concorrência

O cenário mercadológico atual exige projetos estratégicos de marketing valorizando o atendimento, serviços e produtos devido pressões de empresas concorrentes e ambientes diversificados das organizações globalizadas. No entanto, os recursos de promoção devem seguir uma estrutura que eleve a qualidade da empresa como um todo ao mesmo tempo em que reduz custo para o empregador. E adequar cada público alvo nas atividades que o mercado proporciona. Neste sentido entra a importância do Marketing Promocional que é viável em dispor informações precisas sobre o tipo de serviço e produto que cada cliente deseja ou possui. Ainda como beneficio, as atividades que envolvem o Marketing Promocional levam o cliente direto à experimentação permitindo o comprador focal degustar, sentir, tocar, ouvir e olhar para que se sinta seduzido à compra.
No Brasil o Marketing Promocional representa mais de 20 bilhões de reais, ou seja, mais de 50% do total dos investimentos em comunicação e marketing, conforme levantamentos realizados pela AMPRO (Associação de Marketing Promocional).
Ainda de acordo a AMPRO os serviços de publicidade configuram-se como um dos segmentos mais importantes entre os serviços técnico-profissionais prestados às empresas, pelo dinamismo, criatividade e uso de mão-de-obra qualificada.
As ferramentas da criatividade e flexibilidade são cruciais para desenvolver os serviços de ações promocionais onde será possível análise detalhada sobre o comportamento e traçar de forma lógica o perfil dos clientes e suas necessidades. Para realizar atividades em ponto de venda (PDV) ou locais estrategicamente definidos com o cliente utilizando ações como blitz, degustação de produtos, endomarketing e lançamento de produtos, é imprescindível implantar a cultura de coletividade entre todos influenciadores ou influenciados pelas ações das organizações, os stakeholders. Em ações promocionais cada empresa deverá ser avaliada individualmente ponderando a estrutura e tipo de empreendimento e levar ao público potencial um brinde ou informação que simbolize a imagem da empresa como um todo que deve ser representativo a qualidade e custo/beneficio.

De tão visível até os leigos percebem a exclusão social mundial

Próximas palavras, de uma leiga: Poucas aulas sobre economia internacional são suficientes para estimular a visualizar os aspectos que interferem decisivamente na economia mundial. O mais percebido é a desigualdade entre povos que se repelem entre nações.
Há muito tempo que ocorrem esses fatos, mas se aceleram seguidamente com a idéia de globalizar os comércios. Idéia inventada por grandes mercados que buscam maiores resultados na balança comercial e imagem aflorada no mundo.
Os grupos comerciais criados para unir forças entre países que se assimilam economicamente, firmam um propósito de parceria para ultrapassar os limites da tecnologia e do desenvolvimento econômico. Denotam mínima importância ao desenvolvimento social e sustentável. Pois é, nada de se preocupar com o planeta e com a população carente. O capitalismo sobrepõe à solidariedade. Determinada assim essa visão, o ciclo vicioso da economia se fixa e se evolui numa circunstancia crítica onde os países que menos possuem riquezas se empobrecem enquanto quem mais lucra se enche de vantagens. Tamanhos acontecimentos se originam de diversos fatores como o mal direcionamento dos projetos políticos, sua liberdade na gestão e o desempenho precário de lideranças privadas e públicas na administração social e empresarial. Os países não se sentem mais capazes de se auto-gerir e buscam medidas de reforço, principalmente monetários. Não haveria necessidade de tantos empréstimos se não houvesse numerosos tipos de fraudes nos cofres públicos e interesses individualistas por partes dos governantes. E se houvesse uma co-participação das nações com países pobres a fim de levar para o impotente mercado um pouco da riqueza sustentável. E por falar em empréstimos, que não se ousem as nações miseráveis: só financia quem pode pagar e quando conseguem os benefícios, ou malefícios se melhor encaixar, pagam maiores juros, pelo risco de inadimplência.
Os países que mais crescem são os industrializados. Também são os que mais destroem o planeta com porcentagens expressivas de químicos poluentes vindo de suas indústrias. São também responsáveis por fragilizar os menos favorecidos porque acumulam as riquezas sem retorno mútuo. E assim segue o ciclo que o indefeso não luta porque lhe faltam forças e armas. Enquanto os soberanos têm armas defensivas e agressivas.
Em suma o que se quer dizer nesse artigo – que o mundo é dividido em submundos. E cada submundo é diferente um do outro. Nuns se concentram poucas pessoas com mínimos problemas sociais, noutros a maior parte da população com alto grau de natalidade, mortalidade, pobreza, doenças, educação frágil e sem estrutura para se manter no patamar de verdadeiras gentes.

Incertezas na administração pública e privada em tempos de crise

Sobre a crise mundial se julga várias situações referentes à movimentação anormal do sistema financeiro das nações mais fluentes à economia dos Estados Unidos. Acontecimentos inesperados vêm despertando preocupações constantes com economistas, engenheiros de produção e marketeiros.

As previsões de empresas pequenas médias e principalmente as grandes e multi tem desafiado o mercado. Em tempo de crise, vários planos tiveram ou terão que ser redefinidos. E não falamos apenas de organizações privadas, também de organismos públicos.

No Brasil por mais que estejam otimistas alguns consultores, a realidade aflora que a crise está surtindo efeito. Um quadro significativo de demissões nas empresas privadas e números expressivos de perdas nas bolsas de valores são questões dentre as mais abordadas pela imprensa constantemente.

A influência do problema nos EUA é clara. Mas tem que se entender, que demissões foram um pouco precipitadas por aqui.

No mercado a tensão e a incerteza fizeram com que o empresário demitisse seu quadro funcional, mas, terão possivelmente que readmitir o que pode causar maiores transtornos para empregados que correrá risco de serem substituídos ou empregadores que redesenharão seu quadro baseado em novos profissionais.

Nas diretrizes políticas, o governo brasileiro vem adotando algumas medidas de incentivo ao consumo. Objetivo de (re) estimular o hábito de compra para manter um Brasil um país razoavelmente sem risco.

Se por um lado o governo está aparentemente tranqüilo, o mercado está agitado. E como pensar numa solução de determinado problema em meio de turbulências? Os administradores precisam trabalhar mais do que nunca as competências pessoais.

A crise do café e a crise globalizada

Uma entrevista. Bastou isso para entender as oscilações da crise de 29 quando a economia dos Estados Unidos entrou em recessão, e naquela época nomeada como o pior momento do mercado internacional. A fonte vem de José Mindlim, jovem jornalista daquele tempo que registrou a problemática na bolsa de valores da superpotência mundial direto do estado de São Paulo. Tensões e repressões que modificaram os planos dos executivos governamentais e empresariais. Sem duvida, um colapso, uma ameaça ao capitalismo. Mindlim com 94 anos atualmente tem disponibilizado uma relíquia sobre a crise em período de café e compara as dificuldades do governo e empreendedores hoje no mercado da globalização. Mas onde está a diferença em relação à crise atual? Na percepção de jornalistas na era da primeira crise americana, está no próprio sistema financeiro que foi reestruturado pelos processos globais. Na década de 20 ou 30, a economia girava em torno de fazendeiros e num produto mais específico, o café. Grandes empreendedores rurais eram responsáveis pelo capital que enchia a bolsa americana. Ta aí um processo talvez mais simples, que mobilizava praticamente os grandes cafezais. Pense num período onde o mundo dos países era isolado. Cada economia era quase única e os projetos entre países não se entrelaçavam ao menos na mesma intensidade de hoje. Cada nação se comprometia com seus obstáculos.

Hoje os mercados se expandiram. A globalização de produtos e serviços é uma realidade que liga nações tornando umas dependentes das outras. As transações dos EUA estão conectadas no mundo e o que ocorre por lá afeta diretamente no outro lado do planeta. Em questão de segundos. Basta mudar um número na bolsa americana que muda a economia restante. Ainda tem as expectativas do cliente que difere as duas crises. Ninguém imaginaria essa tal expectativa como seria importante para o futuro financeiro de um país, que através dela da para mensurar o futuro financeiro.

Então já se trata de nação entre nação. O comércio está cada vez mais vinculado. E os blocos são representativos para este desenvolvimento. Pois é. Impossível falar sobre crise e não mencionar Brasil, Japão, China, Índia, e países não desenvolvidos. O Brasil hoje, se tivesse a mesma estrutura da década 20 ou 30 não conseguiria talvez respirar diante do problema. Com atuação forte nos grupos emergentes, nosso país está firme, quase firme. Supõe que têm sabido enfrentar as dificuldades capitalistas. Por outro lado, apesar de os países absorverem os problemas de outros, eles também tem mais força. Estão mais unidos para levantar estratégias preventivas e corretivas. Agora não é possível ver um país isolado. As atividades, todas, que são de um ao mesmo tempo fazem parte de outro. E na linha de parceria há sustentabilidade coletiva em importações e exportações de produtos e serviços.

A crise não é mais dos EUA, é mundial. Porque a sua moeda faz diferença e é atuante em qualquer lugar do mundo.

O destino não se sabe. Sabe-se que devido esse globo comercial, as misturas de economias e capitais, os economistas estão perdidos, suas visões são imprevisíveis. Sem definições e uma idéia acertada, tornando talvez, mas difícil qualquer palpite do que a crise do café, na época em que EUA era apenas EUA. Se economistas não sabem por que a gente saber até quando essa agonia no sistema financeiro mundial?

Para sugestão de leitura aprofundada sobre a entrevista completa de José Mindlim, o site http://www.estadao.com.br/especiais/licoes-de-29,34654.htm, com vídeos e material em PDF.

Aprendizagem organizacional sob a lógica das cinco disciplinas de Peter Senge

Trabalhar a maneira de pensar é o primeiro passo para aprendizagem organizacional, eliminado as atitudes que promovem o método hierárquico e focando inovação. Com a disciplina pessoal, o domínio de aspirações e atitudes podem tornar o individuo a expor de forma interna/externa atos equilibrados de gestão, tornando a personalidade uma ferramenta de controle e ajuste nos processos e melhoria constante para a expansão de idéias. Este domínio permite (pré)determinar o que seria vantajoso para a empresa baseado nos próprios conceitos, na necessidade da empresa, dos clientes e de todos os envolvidos. No entanto, num desenvolvimento tão ligeiro que está o mercado se torna complicado alinhar as funções pessoais com os processos empresariais.
Focar idéias de Senge sugere transformações gerais no que se refere ao modo de pensar e agir dentro e fora da empresa, para si e para os outros. A equipe representa mais que um grupo – uma sugestão de melhorias e os indivíduos trabalham não mais individualmente, mas simulando uma corrente, onde cada membro constitui uma parte de importância igual, e desalinhada se tornam barreiras para a gestão. Em determinado estágio de aprendizagem as pessoas tendem a se confundir. De certa forma sim, tornam-se confusas por uns instantes, mas também necessárias para quem deseja ser referência diante da concorrência. Existe então um grau a mais em cada degrau que se descobre uma oportunidade. O homem, definido como capital intelectual pelas empresas inovadoras é sem dúvida base para envolver qualquer empresa no lugar prioritário do mercado, ele quem direciona negócios e interpreta os ambientes inclusos nas organizações, desde o interior aos movimentos sociais, políticos, climáticos, econômicos...
As cinco disciplinas formam um conjunto de procedimentos físico/mentais que atuam como agregado de qualidade em gestão participativa. No pensamento sistêmico de uma visão como um todo, a tendência geral dos aprendizes é misturar culturas e climas, favorecendo o dialogo dentro e fora da empresa, buscando fortalecer o vinculo entre participantes. Do mesmo modo que clientes internos se correlacionam, a organização no processo de aprendizagem se relaciona com outras organizações. Com objetivo de adquirir e transmitir conhecimentos, coletar informações de todos os modelos estruturais e a capacidade de criação e recriação de projetos, produtos, serviços etc. Para tais (re)criações a disciplina principal, segundo Senge, serve como base e aumenta a certeza dos negócios porque incentivam a novas práticas, novas descobertas, e reestruturação de pensamentos constantes. No meio tecnológico e num cenário ativo as pessoas acercam-se ao comodismo. Mas por outra visão, torna opção de incentivos a mudanças e o foco de lideres e liderados devem ser condizentes entre eles e a tecnologia.
A aprendizagem organizacional além de ser constante é sustentada nos centros acadêmicos e empresariais. E ao afirmar a prontidão em aprender se coloca o ser humano, disposto a suprir novas dúvidas, pois o conhecimento gera mais necessidade e suprimento de novos conhecimentos.

Otimismo de consultores sobre o Brasil na crise atual

Diariamente noticias temíveis sobre o comportamento do sistema financeiro no Brasil. Informações causadas pela desaceleração da economia nos Estados Unidos definida como crise mundial. Talvez a maior que a superpotência tenha sofrido e ainda está - mesmo comparando com o colapso de 1929.
Relatos de declínio na BOVESPA, precauções em investimentos, índices crescentes de demissões no comercio/indústrias e inconsistência das exportações são alguns destaques na mídia nacional desde setembro de 2008. Uma conseqüência de fatos que confirmam as manchetes que colocaram o país sob avaliação constante de economistas e banqueiros afetando as idéias de gerentes de produtos e de marketing. Segundo alguns especialistas da área e dados estatísticos da FGV e IBGE em alguns setores estes profissionais já respiram melhor.
No ponto de vista otimista o Brasil vem despertando sinal de confiança desde o início do ano. O ambiente de mercado está menos tenso em alguns setores que por lógica deverá se espalhar aos demais. Lentamente percebe-se uma recuperação diante da crise impregnada pelo maior centro econômico mundial. Mas a mídia não aborda tais fatos com ênfase. Não destaca o efeito das medidas que o governo tem tomado para impedir ou minimizar a crise, o aumento expressivo do setor automobilístico em janeiro com 92% nas vendas e continua em fevereiro de acordo a jornalista Flávia Oliveira, do Globo. O começo do alívio de uma febre com a bolsa de valores.
Assim como o pensamento de Lula, Stephen Kanitz com seu currículo avaliado no Brasil e no mundo, mestre de Harvard, consultor de empresas, tem apresentado uma conduta diferenciada referente à crise atual. Acreditando que o país não está passando por situação tão grave quanto se pronuncia frequentemente entre os meios de comunicação social. Que não estamos em crise, chega a afirmar Kanitz – e ainda define crise como momento em que não se sabe como resolver determinada situação e garante que o governo brasileiro está com o controle das coisas, mas expondo as idéias em tempos, formas e movimentos determinados. O medicamento deve ser aos poucos e a cura não é de uma hora pra outra, como fala Lula.
O jeito aparentemente simples e tranqüilo de o governo analisar o problema gera polêmica. Mas é dessa maneira que o Brasil está se saindo de um caminho que pareceu por um período bem mais espinhoso. Com técnicas adotadas pela gestão governamental na previdência, no sistema nacional de empregos, sistema de créditos, com bancos e investidores etc. Avalia-se o consumidor como principal em restabelecer a economia brasileira. O consumo está mais fluente, as pessoas mais confiantes, o que garante um futuro mais propício no mercado interno e externo.
Além de escrever livros sobre o assunto Kanitz dispõe de uma página na internet para o acompanhamento do avanço da relação demanda e oferta nacional. E justamente para apresentar esta página, http://brasil.melhores.com.br/, que as palavras acima foram expostas, seguindo a concepção de “O Brasil que dá certo” – opção de leitura diária.
Stephen Kanitz é consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em contabilidade pela Universidade de São Paulo. (http://www.kanitz.com/).

Cada um interpreta seu Deus

Deus! A vida, esperança, a certeza de que existe o bem. Mas que um símbolo o SER inquestionável e reverência religiosa respeitada por quase unanimidade em qualquer que seja o planeta. Várias definições, inúmeros conceitos e nomes estrategicamente voltados à sociedade que lhe assegura. Um nome divino e universal, que seja outro nome, mas o mesmo sentido.
Para muita gente expressa o supremo que altera qualquer inalterável. Ele está acima de tudo e de todas as coisas. Para outras pessoas um espírito quase sem explicação da sua forma. É o Amor e a Paz em si. É a brisa que movimenta a beleza natural dentre folhas e frutos. De tão sábia sua existência quão filosófica parece ser.Mas como sentir ou imaginar? Existe uma forma física ou é simplesmente toda a nossa inspiração?
Para os adeptos existe a explicação no mais sagrado e completo livro de toda a história, a Bíblia – e que história! Historia de pessoas que não conhecemos em períodos tão longínquos, histórias baseada na ciência teológica e jamais comprovada na científica. É uma história que historiadores de hoje não contemplam, só aprendem com pesquisas desenhadas por homens antigos e divinos.Ler a Bíblia busca a solução para quem nela crê. Mas tem gente, muita gente que crê numas coisas e não noutras, se for assim possível, o livro sagrado seria na visão de uns, quase certo. Mas para Deus, segundo a Bíblia não existe o quase. Ela na totalidade é uma trajetória de vida na humanidade. Linhas escritas há tempos atrás antes do Cristo, personagem principal de suas páginas e se faz referencia até hoje. Fala - se do nosso perfil, desgaste planetário, dos aviões, da fome, da dor, da vingança, dos casais, de tudo que está ligado ao nosso ciclo vital. Do começo interpretado por Gênesis ao fim, descrito no Apocalipse. Certamente o livro mais inteligente, a história mais amarrada. Perguntas do tipo como nasceu o homem, o que é o Espírito Santo, Deus é único ou a trindade, Maria existe, o apocalipse porque amedronta? Nossa! E para explicar aos filhos, a próxima geração? Não se sabe qual o entendimento deles e como se comportarão diante da espiritualidade devido a novas apreciações preestabelecidas por entrantes avessos a divindade. Talvez uma solução na escolha da religião, mas definir é difícil no meio de tantos empreendimentos religiosos espalhados pelo mundo desenvolvendo trabalho diferenciado e cabe dizer, existem muitos psicólogos e estratégicos querendo nossas criancinhas para formar seu rebanho.
É mais fácil identificar que cada um tem o seu DEUS, o superior que traz energias e guia caminhos. Há quem diga ainda que sejam guiados pelo destino, em outro momento vale a pena tentar descobrir o que seria o destino. Se os atos humanos são previstos ou são conseqüências do que fizemos.
Cada um faça a sua reflexão sem ignorar um estudo aprofundado das ações e reações das pessoas e das coisas.

O que você faria com o mundo em suas mãos?

Parece ficção, mas a pergunta sugere resposta do efeito que a globalização possibilita a pouquíssimos, dos inúmeros países, que detém um poder imenso sobre a economia mundial, através de estratégias que envolvem todo tipo de tecnologia. O que você faria com o mundo em suas mãos é colocação complexa e reflexiva. Mas, sobre países incapacitados de estrutura para esse fenômeno, a realidade é adversa. O que seria vantagem pode ocorrer numa conseqüência de desigualdade social. Algumas nações conseguem mapear o desenvolvimento de forma geral, sobrepor diante do mundo, explorar outros arredores, manter sua economia independente e possessiva e o que tende a considerar no meio de tantas regalias que poucos alcançam, existe uma sociedade invisível. E como diz Paul Singer, economista do governo atual, “quem tem riqueza acumula riqueza, quem tem pobreza acumula mais pobreza”.
Era difícil imaginar realizações que permitam maquinário e robôs substituírem o homem na maioria dos processos. Hoje é complicado pensar que o homem é insubstituível no mercado. Artifícios altamente inovadores se tornaram ativos a ponto de intervir na transformação de conceitos sobre as pessoas. Saber lhe dar com as influencias da globalização não tem sido fácil, as injustiças e desordens se espalham apressadamente.
Diante da escrita no dicionário, “globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, com o barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo no final do século XX e início do século XXI”. No entanto, não basta as escolas, livros que traçam em curtas linhas sua descrição, focar apenas a teoria não passa de um método limitado, como diversos assuntos que desperta o senso crítico da humanidade.
Os blocos comerciais criados estrategicamente para unir parcerias entre países a fim de difundir o comercio internacional, são ao mesmo tempo em que harmoniosos, criam uma barreira a quem não pode se integrar. No que tange nossa América, o MERCOSUL é o principal órgão de integração economicamente ativo que dissemina a abertura de mercados entre países da América Latina. Atitudes executivas desse tipo estimulam marcas internacionais a remodelar nossos hábitos. A coca-cola é melhor do que todos os refrigerantes brasileiros. Barbie, a bonequinha mais lindinha... Nike, Puma, e perfumes Azaro, Poeme... Temos produtos tão quanto bons. Falta um olhar afinado dentro de casa, mas quem manda aqui é gente do outro lado.
Em 2003 no Brasil foi lançado a APEX, Agência responsável em envolver o país no mundo com estratégias fantásticas de marketing com objetivo de mostrar e vender nossos produtos ao mundo, valorizar a produção interna e desenvolver habilidades. Boa idéia economicamente falando, por tanto as portas se abrem também para os tráficos de drogas, de órgãos. Muito encurtou o caminho de tais negócios que movimenta significativamente as finanças de uma nação. Auxilia o avanço de atos pedófilos e prostituição infantil, principalmente com a aceleração da ilimitada rede mundial, a Internet. Protegem donos de armas, expande a guerra. Gera pobreza nos países fragilizados que não acompanham a globalização por falta de recursos financeiros e dominados pelos super-globalizados. Aumento e desenvolvimento de fraudes bancárias, a educação mascarada com a expansão frágil do ensino. São exemplos de que o aspecto global tem assuntos tão relevantes quanto preocupantes. Que ao falar de globalização é preciso ver também seu lado obscuro, assim entenderá o funcionamento real e poderia sim, buscar uma defesa cooperativista.

E quando o cliente NÃO tem razão?

A palavra NÃO quando enviada ao cliente sustentado no marketing de relacionamentos é proibida. Todos os clientes têm razão, definição gerada para compor as novas tendências do relacionamento com o consumidor.
Essa afirmação é uma lenda, um anúncio distribuído por marketeiros estruturada numa verdade que se torna indiscutível. Os projetos voltados à economia global devem considerar esses fundamentos, mas se afirmamos que o cliente tem razão sempre, é porque não consideramos suas particularidades.
No mercado onde o cenário muda constantemente e numa velocidade incrível, as técnicas adotadas pelas empresas estão com foco no cliente – ele é o objeto do negócio. E com aumento da concorrência em todos os âmbitos está difícil conseguir fidelizá-lo - ponto chave para quem deseja manter a rede responsável em gerar lucros.
Pense o representante comercial, seja qual for sua espécie é "obrigado" a aceitar determinações não condizentes com a realidade, as cobranças vindas do empregador e pressões do consumidor. Mesmo no sufoco, no intuito de dramatizar os risos são exigidos continuamente à estabilidade emocional, mas não há ser humano que por algum momento não torna instáveis suas emoções, principalmente nos processos de mudanças.
A motivação do profissional não depende apenas do envolvimento com a organização, de cursos e treinamentos, capacitação. Depende também do seu publico de consumo, essa questão é esquecida nos fóruns discursivos da administração. Está cada vez mais difícil mudar o cenário, porque a bola da vez realmente é do cliente, e se não compram aqui, encontram lojas similares ali.
O administrador precisa se enquadrar e saber administrar sua carteira de cliente, acompanhar o desenvolvimento e o comportamento, se é rentável. E se não for viável é necessário segura-lo. Pois é. Que não seja agora, poderá ser no futuro o melhor investimento para a empresa. A preocupação com a imagem do negócio tem um peso enorme nesse sentido e ainda tem o marketing boca a boca, considerado por alguns especialistas como o melhor e mais fiel, porque é real e espontâneo.
Cada cliente hoje no mercado merece ser tratado como único, mas o colaborador também é único e não tem a obrigação de sobrecarregar suas emoções para passar a imagem de super-herói, por muito querer, jamais será um super-herói.